Homem de 39 anos morre intoxicado por produto químico em Franca
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Marcelo Antonio Tótoli, de 39 anos, morreu intoxicado enquanto lavava galões usados para guardar produtos químicos de curtumes, no quintal de uma residência, no Jardim Consolação, em Franca, na região de Ribeirão Preto.
A Polícia Civil registrou boletim de ocorrência por homicídio culposo (sem intenção) e vai investigar o dono da casa, que estava viajando. Uma hipótese levantada é que, durante o manuseio dos recipientes, produtos químicos podem ter sofrido reações e provocado um gás letal ao ser inalado.

Marcelo Antonio Tótoli, de 39 anos
Um papagaio que estava numa gaiola próxima também morreu. O cheiro forte se espalhou pelo bairro, assustando os vizinhos, e várias casas próximas foram isoladas pela Defesa Civil do município, que retirou os recipientes do local, e os moradores só puderam retornar aos seus lares no final da noite.
A delegada plantonista Graciela de Lourdes David Ambrósio registrou o boletim de ocorrência, mas o caso deverá ser investigado a partir desta segunda-feira (13), principalmente porque a Polícia Civil depende de laudos sobre a causa real da morte de Tótoli e sobre qual o tipo de gás que se formou.
Para a retirada do corpo da casa, os bombeiros usaram roupas e máscaras especiais, inclusive com cilindros de oxigênio. A Polícia Civil investigará ainda se o manuseio de produtos químicos naquele local era feito de forma legal. A Defesa Civil recolheu os galões e os inutilizou num aterro sanitário. A Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) também foi acionada, mas não atuou porque o local não é uma indústria.

Tótoli era funcionário do dono da casa, que comprava recipientes vazios de produtos químicos dos curtumes de Franca. Após lavagens e higienizações, os recipientes eram revendidos. Com informações Agência Estado.
Marcelo Antonio Tótoli, de 39 anos, morreu intoxicado enquanto lavava galões usados para guardar produtos químicos de curtumes, no quintal de uma residência, no Jardim Consolação, em Franca, na região de Ribeirão Preto.
A Polícia Civil registrou boletim de ocorrência por homicídio culposo (sem intenção) e vai investigar o dono da casa, que estava viajando. Uma hipótese levantada é que, durante o manuseio dos recipientes, produtos químicos podem ter sofrido reações e provocado um gás letal ao ser inalado.
Marcelo Antonio Tótoli, de 39 anos
Um papagaio que estava numa gaiola próxima também morreu. O cheiro forte se espalhou pelo bairro, assustando os vizinhos, e várias casas próximas foram isoladas pela Defesa Civil do município, que retirou os recipientes do local, e os moradores só puderam retornar aos seus lares no final da noite.
A delegada plantonista Graciela de Lourdes David Ambrósio registrou o boletim de ocorrência, mas o caso deverá ser investigado a partir desta segunda-feira (13), principalmente porque a Polícia Civil depende de laudos sobre a causa real da morte de Tótoli e sobre qual o tipo de gás que se formou.
Para a retirada do corpo da casa, os bombeiros usaram roupas e máscaras especiais, inclusive com cilindros de oxigênio. A Polícia Civil investigará ainda se o manuseio de produtos químicos naquele local era feito de forma legal. A Defesa Civil recolheu os galões e os inutilizou num aterro sanitário. A Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) também foi acionada, mas não atuou porque o local não é uma indústria.
Tótoli era funcionário do dono da casa, que comprava recipientes vazios de produtos químicos dos curtumes de Franca. Após lavagens e higienizações, os recipientes eram revendidos. Com informações Agência Estado.
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