Uso de celular não provoca câncer cerebral, afirma novo estudo
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O uso prolongado de celulares não se mostrou um fator de risco para o desenvolvimento de um tumor não cancerígeno no cérebro, segundo um estudo publicado no American Journal of Epidemiology. A pesquisa, divulgada poucos meses após o alerta da Organização Mundial de Saúde sobre os riscos do celular, apontou que o uso contínuo e prolongado do aparelho não aumenta os riscos do neuroma do acústico, um tumor do nervo auditivo.
Para chegar a essa conclusão, o Comitê de Epidemiologia da entidade analisou, entre março e junho deste ano, os resultados de vários trabalhos. O principal deles é Projeto Interphone, um estudo epidemiológico que mobilizou, por mais de uma década, cientistas de 13 países, entre eles Austrália, Canadá, Dinamarca, França, Israel, Itália, Japão e Reino Unido. A análise desses dados concluiu que a incidência de tumores cerebrais não aumenta com o uso de telefones celulares, o que foi confirmado por resultados obtidos a partir de experimentos realizados com animais.
De acordo com o coordenador do estudo, Anthony Swerdlow, do Instituto Britânico de Pesquisa de Câncer, os cientistas consideram, hoje, “praticamente inexistente” a relação entre celulares e câncer em adultos. Ainda assim, informa o coordenador do estudo, as pesquisas sobre o assunto prosseguem, uma vez que ainda há que se investigar os eventuais efeitos do uso dos celulares por crianças, grupo para o qual não há dados de utilização disponíveis.
O setor de telecomunicações no Brasil acompanha de perto a preocupação social em torno do uso dos telefones celulares, bem como as pesquisas que são realizadas no mundo a respeito do tema.
Tanto o estudo atual quanto os levado em consideração pela OMS no início do ano podem apenas mostrar uma correlação entre celulares e tumores no cérebro, sem provar uma relação de causa e efeito entre eles. Mas há ainda um outro problema. De acordo com Joachim Schuz, até mesmo os usuários de longa data não usam os celulares há tempo suficiente para que sejam obtidos resultados científicos eficientes. Os neuromas do acústico, por exemplo, têm normalmente um crescimento lento e podem levar anos entre os primeiros sintomas e o diagnóstico.
O uso prolongado de celulares não se mostrou um fator de risco para o desenvolvimento de um tumor não cancerígeno no cérebro, segundo um estudo publicado no American Journal of Epidemiology. A pesquisa, divulgada poucos meses após o alerta da Organização Mundial de Saúde sobre os riscos do celular, apontou que o uso contínuo e prolongado do aparelho não aumenta os riscos do neuroma do acústico, um tumor do nervo auditivo.
Para chegar a essa conclusão, o Comitê de Epidemiologia da entidade analisou, entre março e junho deste ano, os resultados de vários trabalhos. O principal deles é Projeto Interphone, um estudo epidemiológico que mobilizou, por mais de uma década, cientistas de 13 países, entre eles Austrália, Canadá, Dinamarca, França, Israel, Itália, Japão e Reino Unido. A análise desses dados concluiu que a incidência de tumores cerebrais não aumenta com o uso de telefones celulares, o que foi confirmado por resultados obtidos a partir de experimentos realizados com animais.
De acordo com o coordenador do estudo, Anthony Swerdlow, do Instituto Britânico de Pesquisa de Câncer, os cientistas consideram, hoje, “praticamente inexistente” a relação entre celulares e câncer em adultos. Ainda assim, informa o coordenador do estudo, as pesquisas sobre o assunto prosseguem, uma vez que ainda há que se investigar os eventuais efeitos do uso dos celulares por crianças, grupo para o qual não há dados de utilização disponíveis.
O setor de telecomunicações no Brasil acompanha de perto a preocupação social em torno do uso dos telefones celulares, bem como as pesquisas que são realizadas no mundo a respeito do tema.
Tanto o estudo atual quanto os levado em consideração pela OMS no início do ano podem apenas mostrar uma correlação entre celulares e tumores no cérebro, sem provar uma relação de causa e efeito entre eles. Mas há ainda um outro problema. De acordo com Joachim Schuz, até mesmo os usuários de longa data não usam os celulares há tempo suficiente para que sejam obtidos resultados científicos eficientes. Os neuromas do acústico, por exemplo, têm normalmente um crescimento lento e podem levar anos entre os primeiros sintomas e o diagnóstico.
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