Caso da menina Joanna: Pai e madrasta vão a juri Popular
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O juiz do 3º Tribunal do Júri da Capital do Rio, Murilo André Kieling Cardona Pereira, determinou, o declínio de competência do juízo em relação ao processo em que são réus André Rodrigues Marins e Vanessa Maia Furtado, pai e madrasta da menina Joanna, acusados de tortura e homicídio qualificado por meio cruel. Os autos serão distribuídos a uma das varas criminais da Capital. Joanna faleceu no dia 13 de agosto, vítima de meningite, no Hospital Rio Mar. Segundo o Tribunal, o juiz Murilo André Kieling Cardona Pereira, considerou que o caso não é de competência do Tribunal do Júri, pois não se trata de um delito contra a vida.
"Este juízo é absolutamente incompetente para qualquer exame da matéria”, informou o magistrado.
O juiz Murilo Kieling disse que apenas a assistência de acusação recorreu da decisão de desclassificação. Mas, como o recurso não foi recebido pelo Juízo, entraram com uma Carta Testemunhável, que já foi encaminhada à segunda instância do TJ-RJ. O órgão ministerial, em suas alegações escritas, explicou que não havia indícios suficientes da existência de crime doloso contra a vida praticado pelos réus.

O pai da menina Joanna vai a juri popular, juntamente com a
Madrasta da menina.
A menina Joanna morreu no Hospital Amiu, em Botafogo, onde passou 26 dias em coma. Ela foi internada com edema cerebral, hematomas nas pernas e sinais de queimaduras. Antes de chegar ao Amiu, ela foi levada ao Hospital Rio Mar, na Zona Oeste, onde foi atendida por um estudante de Medicina, acusado de dar alta mesmo estando desacordada.
O Ministério Público denunciou o pai e a madrasta por terem submetido a criança a intenso sofrimento e a mantiveram dentro de casa com as mãos e pés amarrados. A menina, que teria sido deixada por horas e dias deitada no chão suja de fezes e urina, foi, ainda segundo a denúncia, queimada na região das nádegas e lesionada com hematomas em diversos pontos do corpo e na face.

Um laudo do Instituto Médico Legal (IML) confirmou que Joanna foi vítima de maus-tratos e que morreu devido a uma meningite viral.
O juiz do 3º Tribunal do Júri da Capital do Rio, Murilo André Kieling Cardona Pereira, determinou, o declínio de competência do juízo em relação ao processo em que são réus André Rodrigues Marins e Vanessa Maia Furtado, pai e madrasta da menina Joanna, acusados de tortura e homicídio qualificado por meio cruel. Os autos serão distribuídos a uma das varas criminais da Capital. Joanna faleceu no dia 13 de agosto, vítima de meningite, no Hospital Rio Mar. Segundo o Tribunal, o juiz Murilo André Kieling Cardona Pereira, considerou que o caso não é de competência do Tribunal do Júri, pois não se trata de um delito contra a vida.
"Este juízo é absolutamente incompetente para qualquer exame da matéria”, informou o magistrado.
O juiz Murilo Kieling disse que apenas a assistência de acusação recorreu da decisão de desclassificação. Mas, como o recurso não foi recebido pelo Juízo, entraram com uma Carta Testemunhável, que já foi encaminhada à segunda instância do TJ-RJ. O órgão ministerial, em suas alegações escritas, explicou que não havia indícios suficientes da existência de crime doloso contra a vida praticado pelos réus.
O pai da menina Joanna vai a juri popular, juntamente com a
Madrasta da menina.
A menina Joanna morreu no Hospital Amiu, em Botafogo, onde passou 26 dias em coma. Ela foi internada com edema cerebral, hematomas nas pernas e sinais de queimaduras. Antes de chegar ao Amiu, ela foi levada ao Hospital Rio Mar, na Zona Oeste, onde foi atendida por um estudante de Medicina, acusado de dar alta mesmo estando desacordada.
O Ministério Público denunciou o pai e a madrasta por terem submetido a criança a intenso sofrimento e a mantiveram dentro de casa com as mãos e pés amarrados. A menina, que teria sido deixada por horas e dias deitada no chão suja de fezes e urina, foi, ainda segundo a denúncia, queimada na região das nádegas e lesionada com hematomas em diversos pontos do corpo e na face.
Um laudo do Instituto Médico Legal (IML) confirmou que Joanna foi vítima de maus-tratos e que morreu devido a uma meningite viral.
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