Desfile de 7 de Setembro: Presidente Dilma leva filha e Neto
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Dilma Rousseff assistiu ao lado da filha Paula e do neto Gabriel, de 1 ano, seu primeiro desfile militar de Sete de Setembro como presidente da República. Ela chegou à Esplanada dos Ministérios, conduzida pelo Rolls Royce presidencial e acenando para a população que foi assistir à parada. Em anos anteriores, artistas e atletas que participavam do desfile podiam, eventualmente, estender a mão ao presidente que, da beirada do palanque, os cumprimentavam. Nesta quarta, porém, a grade montada na pista afasta do palanque quem passa no desfile. Estão mais altas também as grades na lateral do palanque presidencial e há mais segurança nos espaços reservados para a imprensa.
Segundo a Polícia Militar, cerca de 40 mil pessoas assistem à cerimônia, acompanhada também por quase todos os ministros do governo Dilma, que neste ano lotaram o palanque presidencial. O vice-presidente Michel Temer não compareceu. Os nadadores Cesar Cielo e Ana Marcela Cunha participaram da abertura do desfile, na passagem do fogo simbólico da Pátria. A cerimônia acabou por volta das 11h30, com a apresentação da Esquadrilha da Fumaça, com manobras de aeronaves da Força Aérea.
No palanque das autoridades, acompanharam Dilma o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, e os ministros Paulo Bernardo (Planejamento), Gleisi Hoffmann (Casa Civil), Celso Amorim (Defesa) e Alexandre Padilha (Saúde).
Protesto
Um protesto contra a corrupção começou por volta das 10 horas próximo ao local da parada e reuniu 20.000 pessoas de acordo com os organizadores. Os manifestantes levaram carros de som, cornetas, tambores e apitos para chamar a atenção de Dilma e dos políticos. A Presidência, no entanto, tomou o cuidado de isolar a região do desfile de forma que a presidente não visse nem ouvisse o protesto.
Segundo Marcelo Lopes, representante da Anese em Brasília, os ex-soldados prestaram concurso para a Força Aérea e, no entendimento deles, deveriam continuar na carreira até o posto de suboficial. Em 2001, no entanto, 12,4 mil concursados foram dispensados. De lá para cá, os ex-soldados pressionam o governo pela reintegração.
Apesar da pressão dos seguranças, o grupo não deixou o local, mas negociou a permanência e assegurou que não haveria manifestação ofensiva. A documentação com a reivindicação está com Gilberto Carvalho, ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República.
Dilma Rousseff assistiu ao lado da filha Paula e do neto Gabriel, de 1 ano, seu primeiro desfile militar de Sete de Setembro como presidente da República. Ela chegou à Esplanada dos Ministérios, conduzida pelo Rolls Royce presidencial e acenando para a população que foi assistir à parada. Em anos anteriores, artistas e atletas que participavam do desfile podiam, eventualmente, estender a mão ao presidente que, da beirada do palanque, os cumprimentavam. Nesta quarta, porém, a grade montada na pista afasta do palanque quem passa no desfile. Estão mais altas também as grades na lateral do palanque presidencial e há mais segurança nos espaços reservados para a imprensa.
Segundo a Polícia Militar, cerca de 40 mil pessoas assistem à cerimônia, acompanhada também por quase todos os ministros do governo Dilma, que neste ano lotaram o palanque presidencial. O vice-presidente Michel Temer não compareceu. Os nadadores Cesar Cielo e Ana Marcela Cunha participaram da abertura do desfile, na passagem do fogo simbólico da Pátria. A cerimônia acabou por volta das 11h30, com a apresentação da Esquadrilha da Fumaça, com manobras de aeronaves da Força Aérea.
No palanque das autoridades, acompanharam Dilma o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, e os ministros Paulo Bernardo (Planejamento), Gleisi Hoffmann (Casa Civil), Celso Amorim (Defesa) e Alexandre Padilha (Saúde).
Protesto
Um protesto contra a corrupção começou por volta das 10 horas próximo ao local da parada e reuniu 20.000 pessoas de acordo com os organizadores. Os manifestantes levaram carros de som, cornetas, tambores e apitos para chamar a atenção de Dilma e dos políticos. A Presidência, no entanto, tomou o cuidado de isolar a região do desfile de forma que a presidente não visse nem ouvisse o protesto.
Segundo Marcelo Lopes, representante da Anese em Brasília, os ex-soldados prestaram concurso para a Força Aérea e, no entendimento deles, deveriam continuar na carreira até o posto de suboficial. Em 2001, no entanto, 12,4 mil concursados foram dispensados. De lá para cá, os ex-soldados pressionam o governo pela reintegração.
Apesar da pressão dos seguranças, o grupo não deixou o local, mas negociou a permanência e assegurou que não haveria manifestação ofensiva. A documentação com a reivindicação está com Gilberto Carvalho, ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República.
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