Estudante furta ônibus e se nega a depor
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Preso após furtar um ônibus no Terminal Alvorada, Barra da Tijuca, o estudante de direito Pedro Henrique Garcia de Souza se recusou a prestar depoimento na 12ª Delegacia de Polícia, em Copacabana. O jovem, que se negou a fazer os exames de alcoolemia - que acusa se ele teria usado drogas ou álcool -, disse que só falará em juízo. O universitário será transferido para a Polinter ainda nesta tarde.
De acordo com a delegada Cristiana Honorato, já foram ouvidas nove pessoas que registraram queixa contra o jovem. Ele responderá pelos crimes de tentativa de homicídio, resistência à prisão, furto, lesão corporal e dano. A pena máxima para esses crimes pode chegar a 20 anos e o jovem não poderá ser liberado sob pagamento de fiança.

"Não sequestrei o ônibus, não. Não tinha ninguém dentro dele. Realmente foi errado o que fiz, mas eles (policiais) estão mais errados do que eu porque me espancaram. Eu fui espancado pela PM.", afirmou o estudante.
Segundo o delegado Bruno Gilabere, da 12ª DP, Pedro Henrique acabou ferido porque resistiu à prisão e por tentar agredir um PM. Ainda de acordo com Gilabere, o universitário vai responder por cinco crimes: tentativa de homicídio doloso (quando há a intenção de matar), furto, lesão corporal grave, lesão corporal leve e resistência à prisão.
"Ele jogou o ônibus em cima de um taxista, provocou acidentes em série, deixando uma pessoa ferida e com risco de ficar paraplégica. Também não respeitou a ordem dos policiais para parar e ainda resistiu à prisão agredindo um deles. Estava com cheiro forte de álcool e por isso foi submetido a exames no IML.", afirmou.
O delegado informou também que o estudante tem outras quatro passagens pela polícia. Ele já responde por porte de drogas para consumo próprio, injúria, dano e por ter tentado invadir uma casa em junho.
O advogado do estudante alegou incapacidade mental na defesa de seu cliente. De acordo com ele, Pedro Henrique sofreria de transtornos psiquiátricos e tomaria medicação controlada desde a morte da mãe. O defensor revelou ainda que o acusado estaria fora de si e não deveria responder pelos seus atos.

Pedro diz que havia deixado uma festa à fantasia no centro e embarcado em um ônibus com destino a Botafogo. O universitário, contudo, dormiu no coletivo e acordou apenas na Barra, quando realizou o furto ao ônibus.
Preso após furtar um ônibus no Terminal Alvorada, Barra da Tijuca, o estudante de direito Pedro Henrique Garcia de Souza se recusou a prestar depoimento na 12ª Delegacia de Polícia, em Copacabana. O jovem, que se negou a fazer os exames de alcoolemia - que acusa se ele teria usado drogas ou álcool -, disse que só falará em juízo. O universitário será transferido para a Polinter ainda nesta tarde.
De acordo com a delegada Cristiana Honorato, já foram ouvidas nove pessoas que registraram queixa contra o jovem. Ele responderá pelos crimes de tentativa de homicídio, resistência à prisão, furto, lesão corporal e dano. A pena máxima para esses crimes pode chegar a 20 anos e o jovem não poderá ser liberado sob pagamento de fiança.
"Não sequestrei o ônibus, não. Não tinha ninguém dentro dele. Realmente foi errado o que fiz, mas eles (policiais) estão mais errados do que eu porque me espancaram. Eu fui espancado pela PM.", afirmou o estudante.
Segundo o delegado Bruno Gilabere, da 12ª DP, Pedro Henrique acabou ferido porque resistiu à prisão e por tentar agredir um PM. Ainda de acordo com Gilabere, o universitário vai responder por cinco crimes: tentativa de homicídio doloso (quando há a intenção de matar), furto, lesão corporal grave, lesão corporal leve e resistência à prisão.
"Ele jogou o ônibus em cima de um taxista, provocou acidentes em série, deixando uma pessoa ferida e com risco de ficar paraplégica. Também não respeitou a ordem dos policiais para parar e ainda resistiu à prisão agredindo um deles. Estava com cheiro forte de álcool e por isso foi submetido a exames no IML.", afirmou.
O delegado informou também que o estudante tem outras quatro passagens pela polícia. Ele já responde por porte de drogas para consumo próprio, injúria, dano e por ter tentado invadir uma casa em junho.
O advogado do estudante alegou incapacidade mental na defesa de seu cliente. De acordo com ele, Pedro Henrique sofreria de transtornos psiquiátricos e tomaria medicação controlada desde a morte da mãe. O defensor revelou ainda que o acusado estaria fora de si e não deveria responder pelos seus atos.
Pedro diz que havia deixado uma festa à fantasia no centro e embarcado em um ônibus com destino a Botafogo. O universitário, contudo, dormiu no coletivo e acordou apenas na Barra, quando realizou o furto ao ônibus.
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