Policia indicia Ex-coordenador da Lei Seca por homicidio doloso
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O ex-coordenador da Operação Lei Seca, Alexandre Felipe Mendes, foi indiciado por homicídio com dolo eventual - por ter assumido o risco de matar ao beber e dirigir-, lesão corporal e omissão de socorro. Em agosto, Mendes dirigia um Mistubishi Pajero preto quando bateu em um poste após se desequilibrar com a passagem de uma bicicleta. O condutor da bicicleta era Hermínio Cosme Pereira, que teve morte cerebral. Na ocasião, outras três pessoas ficaram feridas. O inquérito policial foi feito pela 81ª DP (Itaipu) e entregue ao Ministério Público do Rio.
O MP vai pedir uma complementação pericial para analisar a gravidade das lesões nas vítimas e solicitará ao Detran o histórico do ex-coordenador da Lei Seca. Na época do acidente, o advogado de Mendes, José Maurício Ignácio, afirmou que seu cliente havia tomado uma taça de vinho antes do atropelamento. “Ele perdeu o pai há uma semana. Esse acidente foi uma fatalidade. Pelo o que eu vi, ele bebeu uma taça de vinho”, disse o advogado em agosto. E acrescentou: “O local do acidente é cheio de buracos e escuro. Uma bicicleta apareceu do nada e bateu no carro”.
Além de Mendes, o Governo do Estado exonerou Eloísa Helena Souza da Silva, coordenadora de uma das equipes de fiscalização da Operação Lei Seca. Ela teria autorizado a ida de um reboque ao local no dia do acidente.
O ex-coordenador da Operação Lei Seca, Alexandre Felipe Mendes, foi indiciado por homicídio com dolo eventual - por ter assumido o risco de matar ao beber e dirigir-, lesão corporal e omissão de socorro. Em agosto, Mendes dirigia um Mistubishi Pajero preto quando bateu em um poste após se desequilibrar com a passagem de uma bicicleta. O condutor da bicicleta era Hermínio Cosme Pereira, que teve morte cerebral. Na ocasião, outras três pessoas ficaram feridas. O inquérito policial foi feito pela 81ª DP (Itaipu) e entregue ao Ministério Público do Rio.
O MP vai pedir uma complementação pericial para analisar a gravidade das lesões nas vítimas e solicitará ao Detran o histórico do ex-coordenador da Lei Seca. Na época do acidente, o advogado de Mendes, José Maurício Ignácio, afirmou que seu cliente havia tomado uma taça de vinho antes do atropelamento. “Ele perdeu o pai há uma semana. Esse acidente foi uma fatalidade. Pelo o que eu vi, ele bebeu uma taça de vinho”, disse o advogado em agosto. E acrescentou: “O local do acidente é cheio de buracos e escuro. Uma bicicleta apareceu do nada e bateu no carro”.
Além de Mendes, o Governo do Estado exonerou Eloísa Helena Souza da Silva, coordenadora de uma das equipes de fiscalização da Operação Lei Seca. Ela teria autorizado a ida de um reboque ao local no dia do acidente.
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