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ENEM: Apagões, e uma Prova Dificil, segundo candidatos

do BRASIL NOTICIAS





Cansativo. Assim a maioria dos estudantes avaliou a maratona de testes a que se submeteu dentro do processo do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que aconteceu no fim de semana. Provas extensas, longas questões e pouco tempo foram as principais justificativas dos candidatos.


De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), responsável pela realização das provas, em todo o Brasil não houve nenhuma irregularidade que comprometesse a validade do concurso.


Boa parte dos alunos considerou o primeiro dia melhor que o segundo. “Hoje(domingo), a prova de português tinha texto demais e ainda tinha a redação para fazer”, declarou Daniel Maciel, 16. “E não deu tempo direito de recuperar as energias do cansaço de ontem”, completou o amigo Lucas Alves, 16.





O segundo e último dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi marcado por apagões em pelo menos quatro locais onde foram realizadas as provas: Urca, Del Castilho e duas universidades em Niterói. No campus da Unirio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) e no Shopping Nova América, a luz faltou.


Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), os alunos da Unirio teriam direito a ficar 20 minutos a mais na prova, tempo que durou o apagão. “Em algumas turmas, transferiram alunos para perto da janela e prolongaram o tempo de prova. Na minha sala, isso não aconteceu. Fomos pressionados a entregar a prova. Absurdo”, contou, indignada, Ana Luísa Bravo, de 17 anos.


De acordo com o Inep, os candidatos foram alocados em polos que ficam até 30km distantes de suas residências. O instituto informou que é de responsabilidade dos participantes sair de casa com antecedência. Ontem, foram aplicadas as provas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, Redação e Matemática e suas Tecnologias.


Já na compreensão da candidata Natália de Souza, 22, o exame parece direcionado apenas para quem concluiu o ensino médio há pouco tempo. “Quem está afastado há mais tempo, como eu, é mais complicado. Existem muitas dicas e aprendizados que, longe da escola, você vai perdendo”.


Para a estudante Mariane Monteiro Matias, 18, apesar das dificuldades, houve um balanço positivo do Exame. “Por causa da exaustão que dá, até as questões fáceis ficam difíceis. Mas acho que fui bem, pelo menos não deixei de responder nenhuma pergunta” anima-se Mariane.


Alguns candidatos foram impedidos de fazer a prova por esquecimento, principalmente, de um documento de identificação com foto. Outros, por dispersão no horário. Diversos estudantes, se depararam com os portões já fechados. Descuido de que a estudante Michaelly Lindsey, 18, já sofreu ano passado. “Chorei demais, mas aprendi. Nos dois dias, saí de casa bem cedo”.




“Faz parte do nosso cotidiano, então, não houve dificuldades. Mas é preciso lembrar que nem todo mundo tem acesso à Internet. Para alguns estudantes, pode ter sido ruim”, observou o Arthur Pinheiro, 18 anos, que tenta uma vaga em Engenharia na Uerj.


“Ano passado eu fiz e passei. Ela desistiu por problemas do MEC. Fiquei 30 anos sem estudar. Voltei para o Ensino Médio, fiz vestibular e fui à luta. Desde pequeno, os livros me salvaram. Agora, vou dar uma força para minha filha”, diz Carlos. “Se eu passar, ficaremos ainda mais unidos”, completou Aline.

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