Greve nos bancos completa 15 dias
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Sem perspectiva de acordo, a greve dos bancários completa 15 dias. Dirigentes sindicais de todo o país se reuniram em São Paulo, para tentar a ampliação da paralisação. 9.090 agências de 26 Estados e do Distrito Federal ficaram fechadas, o correspondente a cerca de 45% do total do país, de acordo com a Contraf (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro).
Segundo o Sindicato de São Paulo, Osasco e Região, 25 mil trabalhadores cruzaram os braços e 812 locais de trabalho não abriram as portas em sua base de atuação. Até agora, duas propostas de reajuste foram feitas pela Fenaban (Federação Nacional de Bancos): uma de 0,3% e outra de 0,56%, além da correção da inflação. Os bancários pedem ampliação da PL (participação nos lucros) e aumento real de 5%.
Segundo a entidade, a greve, que já é a maior da categoria nos últimos 20 anos em adesão, caminha para se tornar também a mais longa. Em 2004, a paralisação durou 29 dias. "Enquanto os bancos e o governo ameaçam os bancários, a greve segue crescendo", afirmou Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários. "Em vez de usar práticas antissindicais e intimidar os trabalhadores, os bancos deveriam se preocupar em retomar o diálogo e apresentar uma proposta que atenda às reivindicações da categoria", acrescentou o sindicalista.
O Comando Nacional dos Bancários se reunirá amanhã em São Paulo para avaliar a greve e ampliar o movimento. "Vamos intensificar a mobilização para pressionar os bancos e arrancar novas conquistas", afirmou Cordeiro.
Sem perspectiva de acordo, a greve dos bancários completa 15 dias. Dirigentes sindicais de todo o país se reuniram em São Paulo, para tentar a ampliação da paralisação. 9.090 agências de 26 Estados e do Distrito Federal ficaram fechadas, o correspondente a cerca de 45% do total do país, de acordo com a Contraf (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro).
Segundo o Sindicato de São Paulo, Osasco e Região, 25 mil trabalhadores cruzaram os braços e 812 locais de trabalho não abriram as portas em sua base de atuação. Até agora, duas propostas de reajuste foram feitas pela Fenaban (Federação Nacional de Bancos): uma de 0,3% e outra de 0,56%, além da correção da inflação. Os bancários pedem ampliação da PL (participação nos lucros) e aumento real de 5%.
Segundo a entidade, a greve, que já é a maior da categoria nos últimos 20 anos em adesão, caminha para se tornar também a mais longa. Em 2004, a paralisação durou 29 dias. "Enquanto os bancos e o governo ameaçam os bancários, a greve segue crescendo", afirmou Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários. "Em vez de usar práticas antissindicais e intimidar os trabalhadores, os bancos deveriam se preocupar em retomar o diálogo e apresentar uma proposta que atenda às reivindicações da categoria", acrescentou o sindicalista.
O Comando Nacional dos Bancários se reunirá amanhã em São Paulo para avaliar a greve e ampliar o movimento. "Vamos intensificar a mobilização para pressionar os bancos e arrancar novas conquistas", afirmou Cordeiro.
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