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Justiça decreta prisão de 11 PMs envolvidos no caso Patricia Acioli

do BRASIL NOTICIAS




A Justiça do Rio decretou, as prisões preventivas dois 11 acusados pela morte da juíza Patrícia Lourival Acioli. A decisão atende pedido do Ministério Público do Estado do Rio, que denunciou o grupo e solicitou as prisões – todos já estão na cadeia. “A finalidade principal das prisões é viabilizar uma ação penal com êxito, concluindo sobre a autoria do crime e suas circunstâncias, buscando a verdade real e punindo os verdadeiros responsáveis pelo trágico evento. Que esta ação penal finalize com uma resposta penal justa, entendendo-se como tal aquela que absolve os inocentes e condena os culpados”, justificou. juiz Peterson Barroso Simão, da 3ª Vara Criminal de Niterói.


O promotor Rubem José Bastos Vianna, titular da 7ª Promotoria de Justiça, justificou o pedido. “Os dois demonstraram periculosidade acima da média. Ocupam postos com inegável interferência nos fatos”, disse. A aplicação desses tipo de restrição a policiais, se aceita, será um fato inédito no Brasil. Bastos Vianna destacou ainda as fragilidades do estado do Rio para manter policias presos. “Todos sabemos das mazelas enfrentadas pelo Batalhão Especial Prisional (BEP) e da vulnerabilidade do nosso setor carcerário”, defendeu. Se a denúncia for aceita pela Justiça – e essa parece ser a tendência – os 11 policiais acusados de matar Patrícia Acioli vão a júri popular.


Apesar de acolher o pedido de prisão formulado pelo MP, o juiz negou, por enquanto, a transferência para presídio federal do tenente-coronel Claudio Luiz Silva de Oliveira, ex-comandante do 7º Batalhão da Polícia Militar (São Gonçalo), apontado pelo MP como mandante da morte, e o tenente Daniel Santos Benitez Lopez, acusado de execução do crime.


De acordo com o tribunal, também foram denunciados os PMs Sérgio Costa Júnior, Jovanis Falcão Junior, Jefferson de Araújo Miranda, Charles Azevedo Tavares, Alex Ribeiro Pereira, Júnior Cezar de Medeiros, Carlos Adílio Maciel Santos, Sammy dos Santos Quintanilha e Handerson Lents Henriques da Silva, que foi o único a ficar fora da acusação de formação de quadrilha.


“Infelizmente, o que verificamos foi o fato de PMs terem se constituído como verdadeira organização criminosa, para cometer uma série de crimes em São Gonçalo, culminando com o assassinato da Juíza Patrícia Acioli. São criminosos travestidos de policiais”, disse o procurador-geral de Justiça do Rio, Claudio Lopes.

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