Mãe inocenta padrasto de violentar criança
do BRASIL NOTICIAS
A estudante Patrícia Carla de Souza Steer, de 20 anos, inocentou no sábado (22) o companheiro dela, o metalúrgico Carlos Henrique Barbosa, de 26, que mora em Volta Redonda, no Rio de Janeiro. Ele foi preso na semana passada, por meio de mandado judicial, suspeito de estuprar a sua enteada de 3 anos. A jovem também desmentiu que foi ela quem teria denunciado Carlos à policia, após a filha ter contado o que teria ocorrido com ele e o padrasto.
A delegada Giselle do Espírito Santo, titular da Delegacia Especializada no Atendimento a Mulher (Deam), indiciou Carlos por estupro de vulnerável. Ele continua preso na cela provisória da 93ª DP. Segundo Patrícia, no dia 11 deste mês recebeu um telefonema do ex-marido Welescley que a informou para comparecer à Deam. "Fui informada pela delegada que minha filha tinha sido violentada. Tomei um susto", disse a jovem.

Para a mulher, prisão de marido acusado de violentar a enteada
é injusta, ela acusa o ex-marido de perseguição.
Segundo a delegada, Giselle do Espírito Santo, Carlos Henrique aproveitou que a mãe da criança foi ao médico e fez sexo anal na enteada. A menina teria contado para a mãe o que ocorreu com ela e o padrasto foi preso por meio de mandado de prisão pela Justiça de Volta Redonda. Ele foi indiciado por estupro de vulnerável.
"Fui ao médico numa sexta-feira, no sábado à tarde, dia 8, Weslescley foi buscar minha filha para passar o fim de semana com ele, na casa dos pais dele. Ele não entregou mais a minha filha. Já no dia 11 de outubro, meu ex-marido denunciou Carlos, na Deam, que foi preso no dia seguinte. Minha filha estava com diarréia e ela pode ter se machucado, embora, o laudo médico tenha confirmado que minha filha foi violentada.", disse Patricia.

Carlos Henrique disse que ficou surpreso com a denúncia. Ele diz que sempre teve bom relacionamento com a criança, que diz tratar como se fosse sua filha, e que jamais faria mal a ela. "Tenho duas filhas, uma de um ano e outra de cinco. Nunca ia fazer isso que estão dizendo. Eu a trato com se fosse minha filha", rebate.
O acusado afirmou que as denúncias não passam de perseguição do pai biológico da criança, um policial militar que mora em Volta Redonda e trabalha no Rio. "Nesta ocasião que estão dizendo que fiz o abuso, a menina estava com ele. Ele quer me prejudicar para ficar com a guarda da menina", acusa.
"Ele não admite ter me perdido, tem muitos ciúmes. Como eu não quero voltar, ele tenta tirar a minha filha de mim. Tenho mensagens de celular em que ele me oferece R$ 4 mil para eu entregar a menina para ele", disse Patricia.
Patrícia Carla denunciou ainda que o ex-marido costuma assistir a filmes pornôs perto da filha, o que pode ter motivado a criança a inserir algo nas partes íntimas. "Que pai é esse que assiste a filmes desse tipo perto de uma filha de três anos? Às vezes, quando ia dar banho nela, ele ficava passando coisas no corpo. Quando eu perguntava por que ela estava fazendo aquilo, ela dizia que viu no filme na casa do pai dela. Isso é um absurdo", completa a mulher.
A estudante Patrícia Carla de Souza Steer, de 20 anos, inocentou no sábado (22) o companheiro dela, o metalúrgico Carlos Henrique Barbosa, de 26, que mora em Volta Redonda, no Rio de Janeiro. Ele foi preso na semana passada, por meio de mandado judicial, suspeito de estuprar a sua enteada de 3 anos. A jovem também desmentiu que foi ela quem teria denunciado Carlos à policia, após a filha ter contado o que teria ocorrido com ele e o padrasto.
A delegada Giselle do Espírito Santo, titular da Delegacia Especializada no Atendimento a Mulher (Deam), indiciou Carlos por estupro de vulnerável. Ele continua preso na cela provisória da 93ª DP. Segundo Patrícia, no dia 11 deste mês recebeu um telefonema do ex-marido Welescley que a informou para comparecer à Deam. "Fui informada pela delegada que minha filha tinha sido violentada. Tomei um susto", disse a jovem.
Para a mulher, prisão de marido acusado de violentar a enteada
é injusta, ela acusa o ex-marido de perseguição.
Segundo a delegada, Giselle do Espírito Santo, Carlos Henrique aproveitou que a mãe da criança foi ao médico e fez sexo anal na enteada. A menina teria contado para a mãe o que ocorreu com ela e o padrasto foi preso por meio de mandado de prisão pela Justiça de Volta Redonda. Ele foi indiciado por estupro de vulnerável.
"Fui ao médico numa sexta-feira, no sábado à tarde, dia 8, Weslescley foi buscar minha filha para passar o fim de semana com ele, na casa dos pais dele. Ele não entregou mais a minha filha. Já no dia 11 de outubro, meu ex-marido denunciou Carlos, na Deam, que foi preso no dia seguinte. Minha filha estava com diarréia e ela pode ter se machucado, embora, o laudo médico tenha confirmado que minha filha foi violentada.", disse Patricia.
Carlos Henrique disse que ficou surpreso com a denúncia. Ele diz que sempre teve bom relacionamento com a criança, que diz tratar como se fosse sua filha, e que jamais faria mal a ela. "Tenho duas filhas, uma de um ano e outra de cinco. Nunca ia fazer isso que estão dizendo. Eu a trato com se fosse minha filha", rebate.
O acusado afirmou que as denúncias não passam de perseguição do pai biológico da criança, um policial militar que mora em Volta Redonda e trabalha no Rio. "Nesta ocasião que estão dizendo que fiz o abuso, a menina estava com ele. Ele quer me prejudicar para ficar com a guarda da menina", acusa.
"Ele não admite ter me perdido, tem muitos ciúmes. Como eu não quero voltar, ele tenta tirar a minha filha de mim. Tenho mensagens de celular em que ele me oferece R$ 4 mil para eu entregar a menina para ele", disse Patricia.
Patrícia Carla denunciou ainda que o ex-marido costuma assistir a filmes pornôs perto da filha, o que pode ter motivado a criança a inserir algo nas partes íntimas. "Que pai é esse que assiste a filmes desse tipo perto de uma filha de três anos? Às vezes, quando ia dar banho nela, ele ficava passando coisas no corpo. Quando eu perguntava por que ela estava fazendo aquilo, ela dizia que viu no filme na casa do pai dela. Isso é um absurdo", completa a mulher.
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