Muita confusão entre PMs e alunos da USP
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Estudantes da Universidade de São Paulo (USP) mantinham ocupado o prédio da administração da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) por volta das 6h30 de sexta-feira (28). Na quinta (27), os alunos entraram em confronto com policiais militares por conta da prisão de três jovens por porte de drogas na Cidade Universitária, na Zona Oeste. Por volta das 7h30, a situação era tranquila no local. Os alunos colocaram blocos de concreto para controlar o acesso ao edifício ocupado. De acordo com o Sindicato dos trabalhadores da USP (Sintusp), que apoia a ação dos alunos, os manifestantes protestam contra a permanência da PM no campus. Procurada a assessoria da USP não foi encontrada para comentar a ocupação.
A apreensão e a tentativa de levar os supostos usuários da droga para o 91º DP causou tumulto e bate-boca entre cerca de 300 alunos e policiais militares. Os estudantes chegaram a erquer um cavalete da trânsito e atiraram pedras contra os policiais. A reação, por sua vez, teria sido violenta. De acordo com a diretora do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp), Diana Assunção, os soldados empregaram spray de pimenta, bombas de gás lacrimogênio e cacetetes para dispersar os manifestantes.

Um retrato do protesto na USP: queima de bandeira regada a cerveja
"Prenderam e levaram para a delegacia um estudante que consumia maconha. Não se pode criminalizar o usuário na rua, mas dentro da universidade pode? Isso gerou um repúdio enorme, já são mil estudantes em uma assembleia que discute medidas duras, junto com os trabalhadores da universidade, para tirar a PM do campus", afirmou Diana, acrescentando ter sido vítima de spray de pimenta e confirmou haver estudantes feridos no local.
Quando finalmente os alunos eram conduzidos para a delegacia, os estudantes cercaram o carro da Polícia Civil. Houve bate-boca. Alunos jogaram um cavalete de trânsito em cima dos policiais, que reagiram com golpes de cassetetes e bombas de gás lacrimogêneo. Estudantes começaram, então, a jogar pedras e a dar chutes nos PMs.

Representantes estudantis divulgaram nota na qual classificam a atuação policial como uma "medida repressiva" que seria resultado do convênio assinado entre a reitoria da USP e a Polícia Militar em 8 de setembro, após o assassinato a tiros do estudante Felipe Ramos de Paiva, 25 anos, nas dependências do campus.
Estudantes da Universidade de São Paulo (USP) mantinham ocupado o prédio da administração da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) por volta das 6h30 de sexta-feira (28). Na quinta (27), os alunos entraram em confronto com policiais militares por conta da prisão de três jovens por porte de drogas na Cidade Universitária, na Zona Oeste. Por volta das 7h30, a situação era tranquila no local. Os alunos colocaram blocos de concreto para controlar o acesso ao edifício ocupado. De acordo com o Sindicato dos trabalhadores da USP (Sintusp), que apoia a ação dos alunos, os manifestantes protestam contra a permanência da PM no campus. Procurada a assessoria da USP não foi encontrada para comentar a ocupação.
A apreensão e a tentativa de levar os supostos usuários da droga para o 91º DP causou tumulto e bate-boca entre cerca de 300 alunos e policiais militares. Os estudantes chegaram a erquer um cavalete da trânsito e atiraram pedras contra os policiais. A reação, por sua vez, teria sido violenta. De acordo com a diretora do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp), Diana Assunção, os soldados empregaram spray de pimenta, bombas de gás lacrimogênio e cacetetes para dispersar os manifestantes.
Um retrato do protesto na USP: queima de bandeira regada a cerveja
"Prenderam e levaram para a delegacia um estudante que consumia maconha. Não se pode criminalizar o usuário na rua, mas dentro da universidade pode? Isso gerou um repúdio enorme, já são mil estudantes em uma assembleia que discute medidas duras, junto com os trabalhadores da universidade, para tirar a PM do campus", afirmou Diana, acrescentando ter sido vítima de spray de pimenta e confirmou haver estudantes feridos no local.
Quando finalmente os alunos eram conduzidos para a delegacia, os estudantes cercaram o carro da Polícia Civil. Houve bate-boca. Alunos jogaram um cavalete de trânsito em cima dos policiais, que reagiram com golpes de cassetetes e bombas de gás lacrimogêneo. Estudantes começaram, então, a jogar pedras e a dar chutes nos PMs.
Representantes estudantis divulgaram nota na qual classificam a atuação policial como uma "medida repressiva" que seria resultado do convênio assinado entre a reitoria da USP e a Polícia Militar em 8 de setembro, após o assassinato a tiros do estudante Felipe Ramos de Paiva, 25 anos, nas dependências do campus.
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