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Caso Bruno: Nem é acusado de planejar assasinato de pessoas

LARISSA BORGES
do BRASIL NOTICIAS, em Belo Horizonte


Nem é acusado de planejar assassinato de pessoas no Caso Bruno.


A Policia Civil do estado de Minas Gerais, deve ir nos próximos dias a ao Presídio Federal de Campo Grande para ouvir o Antônio Bonfim Lopes, o popular, Nem, ele é acusado de planejar morte de pessoas no caso Eliza Samudio. Primeiramente, o detento seria ouvido por carta precatória, mas a previsão é que o delegado Islande Batista, que apura o caso, vá até o Mato Grosso do Sul.





Segundo a assessoria da Policia Civil, o mais provável é que a oitiva ocorra no Presídio Federal de Campo Grande, onde Nem está preso. Segundo um presidiário, o ex-goleiro Bruno Fernandes e Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, contariam com a ajuda do traficante da Rocinha para executar a juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, que preside o processo; o delegado Edson Moreira, chefe do inquérito; o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, deputado Durval Ângelo; o ex-advogado do Bruno, Ércio Quaresma; e o advogado José Arteiro, que defende a família de Eliza Samudio.


O homem que denunciou está detido na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Ele teria ouvido uma conversa entre Bruno e Bola - atualmente preso no complexo de São Joaquim de Bicas, na Grande BH -, em que os dois arquitetariam o plano e citariam o nome de Nem como articulador das mortes.





Segundo o delegado Islande Batista, do Deoesp (Departamento de Operações Especiais da Polícia Civil de Minas Gerais), nem mesmo uma acareação feita no final de dezembro do ano passado entre Bola e o detento que fez as denúncias serviu para avançar nas investigações. Quaresma foi o primeiro a ser ouvido, no mês passado e, da mesma forma, negou ter sido ameaçado.


“Até então, está a palavra do Bola contra a do Jaílson”, resumiu Batista. No entanto, segundo o policial, a investigação vai prosseguir, e todos os envolvidos serão procurados.


“Vamos ouvir todos aqueles que possivelmente seriam vítimas dessas ameaças. É muito prematuro afirmar se houve essa ameaça por parte do Bola. Só poderemos tecer comentários após a conclusão dos autos ”, disse Batista.

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