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Caso Grazielly Almeida: O Acidente que chocou o Brasil

SILVANA PATALÃO
do BRASIL NOTICIAS, em São Paulo, SP





Um caso que chocou todo o Brasil, o caso da menina Grazielly Almeida Lames, de 3 anos, morta em um acidente de Jet Ski. A Criança apenas queria conhecer o mar, ela teve seu sonho realizado, e enquanto brincava de fazer castelinhos de areia com sua mãe o pior aconteceu, ela foi atingida pelo Jet Ski, e essa se tornou a última brincadeira entre mãe e filha. V.A.C, de 13 anos, acusado de pilotar o jet ski que atropelou e matou a menina Grazielly Almeida Lames, de 3, em Bertioga, admitiu que estava dirigindo o veículo. A confissão foi feita em oitiva informal - depoimento previsto no artigo 179 do Estatuto da Criança e do Adolescente - na Vara da Infância e Juventude da cidade. O adolescente também chorou muito e disse que levava na garupa outro garoto de 13 anos.




A promotora Rosana Colletta, que ouviu o adolescente, diante dos pais e advogado, disse que não poderia dar maiores detalhes sobre a oitiva, por se tratar de caso sigiloso. Mas afirmou que "Ele não negou os fatos" e declarou que foi autorizado por um adulto a andar no jet ski. "A versão dele é praticamente igual à das testemunhas ouvidas na delegacia. Ele declarou que somente deu a partida no jet ski e assumiu que estava na praia na hora do acidente".

V. deveria repetir as mesmas informações ao delegado Maurício Barbosa, titular da delegacia de Bertioga, que investiga o caso. Eles chegaram pelos fundos do prédio, em um carro com os vidros escuros e placas de Mogi das Cruzes. A polícia também ouviu hoje mais três testemunhas que estavam na Praia de Guaratuba na hora do acidente. Eram três turistas - de Mogi das Cruzes, Hortolândia e São Bernardo do Campo.

Segundo o advogado da família de Grazielly, José Beraldo, uma das testemunhas disse ter visto um homem levando o jet ski até a praia, trafegando em um quadriciclo de cor vermelha, com um reboque que transportava o aparelho. O homem, segundo Beraldo, seria o caseiro Erivaldo Augusto Cardoso. Ainda segundo a testemunha, identificada como Daniele Cristina, o homem teria retornado ao condomínio de luxo, deixando V. e outro adolescente com o jet ski.



O Advogado de defesa do adolescente acusado.

Beraldo afirmou que uma segunda testemunha disse que estava na praia com sua filha, também de 3 anos, quando viu três pessoas levando o jet ski até o mar. Dois adolescentes subiram no aparelho e aceleraram. A embarcação teria "empinado" e eles caíram. Nesse momento, o jet ski seguiu desgovernado, atingindo Grazielly.

Oito testemunhas havia prestado depoimento. Os pais de Grazielly e dois tios prestaram as declarações mesmo dia marcado para o depoimento do adolescente, que acabou não comparecendo - seu advogado, Maurimar Chiasso, desmarcou a oitiva temendo a assédio da imprensa e de populares.

Um caso que chocou todo o Brasil, o caso da menina Grazielly Almeida Lames, de 3 anos, morta em um acidente de Jet Ski. A Criança apenas queria conhecer o mar, ela teve seu sonho realizado, e enquanto brincava de fazer castelinhos de areia com sua mãe o pior aconteceu, ela foi atingida pelo Jet Ski, e essa se tornou a última brincadeira entre mãe e filha. V.A.C, de 13 anos, acusado de pilotar o jet ski que atropelou e matou a menina Grazielly Almeida Lames, de 3, em Bertioga, admitiu que estava dirigindo o veículo. A confissão foi feita em oitiva informal - depoimento previsto no artigo 179 do Estatuto da Criança e do Adolescente - na Vara da Infância e Juventude da cidade. O adolescente também chorou muito e disse que levava na garupa outro garoto de 13 anos.


A promotora Rosana Colletta, que ouviu o adolescente, diante dos pais e advogado, disse que não poderia dar maiores detalhes sobre a oitiva, por se tratar de caso sigiloso. Mas afirmou que "Ele não negou os fatos" e declarou que foi autorizado por um adulto a andar no jet ski. "A versão dele é praticamente igual à das testemunhas ouvidas na delegacia. Ele declarou que somente deu a partida no jet ski e assumiu que estava na praia na hora do acidente".


À noite, V. deveria repetir as mesmas informações ao delegado Maurício Barbosa, titular da delegacia de Bertioga, que investiga o caso. Eles chegaram pelos fundos do prédio, em um carro com os vidros escuros e placas de Mogi das Cruzes. A polícia também ouviu hoje mais três testemunhas que estavam na Praia de Guaratuba na hora do acidente. Eram três turistas - de Mogi das Cruzes, Hortolândia e São Bernardo do Campo.


Segundo o advogado da família de Grazielly, José Beraldo, uma das testemunhas disse ter visto um homem levando o jet ski até a praia, trafegando em um quadriciclo de cor vermelha, com um reboque que transportava o aparelho. O homem, segundo Beraldo, seria o caseiro Erivaldo Augusto Cardoso. Ainda segundo a testemunha, identificada como Daniele Cristina, o homem teria retornado ao condomínio de luxo, deixando V. e outro adolescente com o jet ski.


Beraldo afirmou que uma segunda testemunha disse que estava na praia com sua filha, também de 3 anos, quando viu três pessoas levando o jet ski até o mar. Dois adolescentes subiram no aparelho e aceleraram. A embarcação teria "empinado" e eles caíram. Nesse momento, o jet ski seguiu desgovernado, atingindo Grazielly.


Oito testemunhas havia prestado depoimento. Os pais de Grazielly e dois tios prestaram as declarações mesmo dia marcado para o depoimento do adolescente, que acabou não comparecendo - seu advogado, Maurimar Chiasso, desmarcou a oitiva temendo a assédio da imprensa e de populares.

2 comentários:

  1. celia maria cassiano11 de março de 2012 às 12:44

    O caso da menina que morreu atropelada por jet-ski não pode ser esquecido, pois se esquecermos as pessoas ricas que cometem crimes, infrações, sempre ficarão impunes!
    Como cidadã, espero rigor no resultado desse processo. As pessoas cometem erros, mas têm que pagar por eles e a justiça não pode ser amena para jovens ricos, de família influente..... Gostaria que a mídia continuasse informando a sociedade sobre o caso.

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  2. Não será esquecido enquanto culpados não forem indiciados e presos!!!!!!
    Temos a internet a favor da justiça que queremos ver no nosso país.
    Esta linda menina não morreu em vão.

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