Drama: Criança de 3 anos é morta atropelada por Jet Ski
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Tudo parecia normal, mais não era, uma criança de apenas 3 anos de idade foi morta atropelada por um Jet Ski, no Litoral Paulista. Era a primeira vez que Grazielly Almeida Lames, de 3 anos via o mar, a primeira e última vez. A mãe conta que a criança brincava na areia da praia de Guaratuba próximo ao mar em sua companhia quando o veículo desgovernado que saía da água a atingiu. "Foi tudo muito rápido e que não houve tempo para salvar minha filha"., lembra Cirleide Rodrigues de Lames, mãe da criança.
De acordo com testemunhas, O socorro teria demorado cerca de 40 minutos. A menina foi levada para o hospital municipal pelo Águia da PM, mas não resistiu. Segundo a Policia, um adolescente de 14 anos não conseguiu controlar o veículo e caiu. Com o motor ligado, o jet ski percorreu 200 metros e atingiu a criança na areia. Banhistas teriam visto o adolescente fugir do local. Ele seria filho de um empresário e teria saído da cidade em um helicóptero.
O jet ski que atropelou a criança foi apreendido.
Segundo o comandante responsável pela região, coronel Sérgio Del Bel, é necessário ter uma habilitação específica para dirigir jet ski.
“A Capitania dos Portos é quem avalia e expede a carta de arrais. Eles devem apurar esse caso paralelamente ao inquérito da Polícia Civil.", afirma o comandante. Ainda segundo o comandante, os pais ou responsáveis pelo adolescente podem ser responsabilizados por essa tragédia. A Policia procurou a familia do adolescente, mais a casa estava vazia.
REPRODUÇÃO
Grazielly Almeida Lames, estava em condominio com sua mãe, Cirleide Rodrigues de Lames, e outras dez pessoas, entre amigos e parentes. Todos são de Artur Nogueira, no interior de São Paulo.
"É dolorido perder uma criança tão maravilhosa e especial. Até agora eu não acredito que isso aconteceu com a minha filha. É difícil saber o que aconteceu.", conta o pai de Grazielly, Gilson Almeida.
"Se eu tivesse visto ele vindo de longe, teria tentado fazer alguma coisa, me jogado na frente... Mas não deu tempo.", lembra a mãe de Grazielly, Cirleide Rodrigues.
"Fazia tempo que ela estava pedindo pra ir para a praia. Ela estava tão feliz, se divertindo muito.", afirma Cirleide Rodrigues.
A família diz estar inconformada com a imprudência e a falta de ajuda do piloto, apontado pela Polícia Civil como um adolescente de 14 anos, e da família dele, que estava hospedada em um condomínio de luxo em frente à praia. "Eles não prestaram nem socorro, como se nada tivesse acontecido. Vai se difícil saber que eu levei a minha menininha para realizar um sonho e voltei sem ela por causa de uma irresponsabilidade", conta a mãe da menina.
"Nós estávamos com outras famílias com crianças e muitos pais se pensaram que o acidente podia ter acontecido com algum filho deles. É uma angústia no coração pensar que nós não estamos imunes a isso.", disse o tio da criança, Edilei Rodrigues de Lames.
A Dor da familia é imensa, a avó de Grazielly passou mal durante o velório da criança e precisou ser medicada.
Em nota, a Capitania dos Portos de São Paulo afirma que será instaurado um inquérito administrativo para apurar o acidente. O prazo de conclusão dos trabalhos é de até 90 dias. Para pilotar, é preciso ter uma autorização. O equipamento foi apreendido para perícia.
Sonho de conhecer o Mar: Criança de 3 anos visita o mar e é morta atropelada por Jet Ski.
Tudo parecia normal, mais não era, uma criança de apenas 3 anos de idade foi morta atropelada por um Jet Ski, no Litoral Paulista. Era a primeira vez que Grazielly Almeida Lames, de 3 anos via o mar, a primeira e última vez. A mãe conta que a criança brincava na areia da praia de Guaratuba próximo ao mar em sua companhia quando o veículo desgovernado que saía da água a atingiu. "Foi tudo muito rápido e que não houve tempo para salvar minha filha"., lembra Cirleide Rodrigues de Lames, mãe da criança.
De acordo com testemunhas, O socorro teria demorado cerca de 40 minutos. A menina foi levada para o hospital municipal pelo Águia da PM, mas não resistiu. Segundo a Policia, um adolescente de 14 anos não conseguiu controlar o veículo e caiu. Com o motor ligado, o jet ski percorreu 200 metros e atingiu a criança na areia. Banhistas teriam visto o adolescente fugir do local. Ele seria filho de um empresário e teria saído da cidade em um helicóptero.
O jet ski que atropelou a criança foi apreendido.
Segundo o comandante responsável pela região, coronel Sérgio Del Bel, é necessário ter uma habilitação específica para dirigir jet ski.
“A Capitania dos Portos é quem avalia e expede a carta de arrais. Eles devem apurar esse caso paralelamente ao inquérito da Polícia Civil.", afirma o comandante. Ainda segundo o comandante, os pais ou responsáveis pelo adolescente podem ser responsabilizados por essa tragédia. A Policia procurou a familia do adolescente, mais a casa estava vazia.
A dor da Família
REPRODUÇÃO
Grazielly Almeida Lames, estava em condominio com sua mãe, Cirleide Rodrigues de Lames, e outras dez pessoas, entre amigos e parentes. Todos são de Artur Nogueira, no interior de São Paulo.
"É dolorido perder uma criança tão maravilhosa e especial. Até agora eu não acredito que isso aconteceu com a minha filha. É difícil saber o que aconteceu.", conta o pai de Grazielly, Gilson Almeida.
"Se eu tivesse visto ele vindo de longe, teria tentado fazer alguma coisa, me jogado na frente... Mas não deu tempo.", lembra a mãe de Grazielly, Cirleide Rodrigues.
"Fazia tempo que ela estava pedindo pra ir para a praia. Ela estava tão feliz, se divertindo muito.", afirma Cirleide Rodrigues.
A família diz estar inconformada com a imprudência e a falta de ajuda do piloto, apontado pela Polícia Civil como um adolescente de 14 anos, e da família dele, que estava hospedada em um condomínio de luxo em frente à praia. "Eles não prestaram nem socorro, como se nada tivesse acontecido. Vai se difícil saber que eu levei a minha menininha para realizar um sonho e voltei sem ela por causa de uma irresponsabilidade", conta a mãe da menina.
"Nós estávamos com outras famílias com crianças e muitos pais se pensaram que o acidente podia ter acontecido com algum filho deles. É uma angústia no coração pensar que nós não estamos imunes a isso.", disse o tio da criança, Edilei Rodrigues de Lames.
A Dor da familia é imensa, a avó de Grazielly passou mal durante o velório da criança e precisou ser medicada.
Autorização para Dirigir
Em nota, a Capitania dos Portos de São Paulo afirma que será instaurado um inquérito administrativo para apurar o acidente. O prazo de conclusão dos trabalhos é de até 90 dias. Para pilotar, é preciso ter uma autorização. O equipamento foi apreendido para perícia.
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