Especialista fala sobre Insônia
DR. RAFAEL PONTES RIBEIRO
Médico Otorrinolaringologista
Insônia é o sono não reparador, insatisfatório, de quantidade inadequada ou de qualidade ruim. É a dificuldade de iniciar ou manter o sono, que leva a consequências para as atividades diurnas. A insônia deve ser vista como um sintoma e não uma doença. Ela pode estar presente em uma série de situações: patologias psiquiátricas, enfermidades médicas, alterações do comportamento, distúrbios do ritmo circadiano e outras patologias do sono. Em geral a queixa de insônia é mais frequente nas mulheres, apesar do padrão polissonográfico ser mais alterado em homens. Sabe-se também que a insônia tende a aumentar com a idade. Investigações recentes mostram que 36% dos adultos americanos relatam dificuldade de pegar no sono. Desses, 9% relatam ter um problema crônico e 27% ocasional. Portanto, pode-se dizer que um terço dos americanos apresentam dificuldade para dormir e que 10% tem um problema grave e/ou crônico. Insônia no Brasil tem prevalência maior, em torno de 40%.
A fadiga crônica secundária à insônia leva a um aumento da frequência de acidentes, dificuldade de concentração e memória, inabilidade de exercer atividades do trabalho. Quando as pessoas recebem tratamento para a insônia existe uma redução desses sintomas relacionados à fadiga.
Existe forte associação entre insônia e patologias psiquiátricas. 50% dos pacientes com queixa de insônia apresentavam um diagnóstico bem definido: depressão, ansiedade e abuso de álcool. Estima-se que o custo financeiro da insônia nos EUA é de 16 bilhões de dólares por ano.
Conheça alguns tipos de insônia:
insônia do início do sono (dificuldade de conciliar o sono);
incapacidade de manutenção do sono (despertares freqüentes);
despertar prematuro (insônia do fim do sono);
sono não-restaurativo (persistente sonolência, mesmo com duração normal do sono).
Siga corretamente as orientações de seu médico e adote os hábitos descritos abaixo para ter boas noites de sono.
Evite fumar;
Evite bebidas com cafeína (café, refrigerantes, chá preto, chimarrão, achocolatados) após às 15:00 horas;
Evite bebidas alcoólicas;
Evite remédios para dormir sem ter uma prescrição médica;
Evite exercícios físicos em horário próximo ao de deitar;
Evite dormir com fome ou sede;
Procure um ambiente para dormir sem luminosidade, ruído ou temperaturas desagradáveis;
Mantenha horários regulares para deitar e levantar;
Use a cama apenas para o sono e sexo (não leia, estude, coma, etc.);
Vá para a cama com sono e saia da cama se estiver sem sono;
A noite, faça refeições leves;
Deixe as preocupações longe da cama.
Dr. Rafael Pontes Ribeiro
Rua Jeribá, 325, sala 26 - Work Center - Chácara Cachoeira, Campo Grande /MS CEP:79040-120
Contato: (67) 3043-2167
Médico Otorrinolaringologista
Insônia é o sono não reparador, insatisfatório, de quantidade inadequada ou de qualidade ruim. É a dificuldade de iniciar ou manter o sono, que leva a consequências para as atividades diurnas. A insônia deve ser vista como um sintoma e não uma doença. Ela pode estar presente em uma série de situações: patologias psiquiátricas, enfermidades médicas, alterações do comportamento, distúrbios do ritmo circadiano e outras patologias do sono. Em geral a queixa de insônia é mais frequente nas mulheres, apesar do padrão polissonográfico ser mais alterado em homens. Sabe-se também que a insônia tende a aumentar com a idade. Investigações recentes mostram que 36% dos adultos americanos relatam dificuldade de pegar no sono. Desses, 9% relatam ter um problema crônico e 27% ocasional. Portanto, pode-se dizer que um terço dos americanos apresentam dificuldade para dormir e que 10% tem um problema grave e/ou crônico. Insônia no Brasil tem prevalência maior, em torno de 40%.
A fadiga crônica secundária à insônia leva a um aumento da frequência de acidentes, dificuldade de concentração e memória, inabilidade de exercer atividades do trabalho. Quando as pessoas recebem tratamento para a insônia existe uma redução desses sintomas relacionados à fadiga.
Existe forte associação entre insônia e patologias psiquiátricas. 50% dos pacientes com queixa de insônia apresentavam um diagnóstico bem definido: depressão, ansiedade e abuso de álcool. Estima-se que o custo financeiro da insônia nos EUA é de 16 bilhões de dólares por ano.
Conheça alguns tipos de insônia:
insônia do início do sono (dificuldade de conciliar o sono);
incapacidade de manutenção do sono (despertares freqüentes);
despertar prematuro (insônia do fim do sono);
sono não-restaurativo (persistente sonolência, mesmo com duração normal do sono).
Siga corretamente as orientações de seu médico e adote os hábitos descritos abaixo para ter boas noites de sono.
12 Dicas para que se Durma Melhor
Evite fumar;
Evite bebidas com cafeína (café, refrigerantes, chá preto, chimarrão, achocolatados) após às 15:00 horas;
Evite bebidas alcoólicas;
Evite remédios para dormir sem ter uma prescrição médica;
Evite exercícios físicos em horário próximo ao de deitar;
Evite dormir com fome ou sede;
Procure um ambiente para dormir sem luminosidade, ruído ou temperaturas desagradáveis;
Mantenha horários regulares para deitar e levantar;
Use a cama apenas para o sono e sexo (não leia, estude, coma, etc.);
Vá para a cama com sono e saia da cama se estiver sem sono;
A noite, faça refeições leves;
Deixe as preocupações longe da cama.
Dr. Rafael Pontes Ribeiro
Rua Jeribá, 325, sala 26 - Work Center - Chácara Cachoeira, Campo Grande /MS CEP:79040-120
Contato: (67) 3043-2167
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