Briga de trânsito entre policiais termina em tiroteio
do BRASIL NOTICIAS, em Cuiabá
Uma briga de trânsito envolvendo dois policiais terminou em tiroteio, em Cuiabá, de um lado, Fabrício Costa Leite, de 51 anos, policial civil, e do outro, Walter Sebastião Júnior, de 40 anos, policial federal, os policiais iniciaram um desentendimento por conta de uma briga de trânsito. Durante a briga entre policiais ouve uma troca de tiros, ao todo foram 14 disparos realizados na confusão, felizmente ninguém ficou ferido.
De acordo com o policial civil, Fabricio Costa, a briga teria começado no cruzamento próximo a Avenida Mato Grosso, quando ele teria sido fechado pelo veículo Fox, conduzido por Walter Júnior. Ainda de acordo com o policial civil, Walter parou o carro na frente de Leite e efetuou um disparo, e ele revidou o disparo feito pelo policial federal.
Quem estava no local ficou em pânico e com medo. O trânsito chegou a ser interditado.
Walter Sebastião Júnior, policial federal, não foi afastado de suas funções. O Policial poderá ser afastado de suas atividades, após a abertura da sindicância, caso o delegado nomeado ache necessário que o policial passe por uma avaliação psicológica. Segundo a Policia Federal, a iniciativa de afastamento poderá partir do próprio policial, caso ele acredite que esteja abalado psicologicamente e que não tem condições para continuar trabalhando.
De acordo com a Policia Federal, Walter já possui dez anos de casa e que, antes de ingressar na PF, ele foi agente da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Ainda de acordo com a Policia Federal, todos os agentes passam por avaliações físicas e psicológicas e também por uma investigação social antes de assumirem suas funções.
De acordo com a Policia Civil, Fabrício Costa Leite, deverá responder a processo administrativo instaurado pela Corregedoria da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Ainda de acordo com a Policia Civil, tanto Fabricio que é papiloscopista, como peritos tinham direito a porte de arma, assim como policiais civis, investigadores e delegados. Porém, a instituição entrou com ação na Justiça e a licença foi revogada.
Uma briga de trânsito envolvendo dois policiais terminou em tiroteio, em Cuiabá, de um lado, Fabrício Costa Leite, de 51 anos, policial civil, e do outro, Walter Sebastião Júnior, de 40 anos, policial federal, os policiais iniciaram um desentendimento por conta de uma briga de trânsito. Durante a briga entre policiais ouve uma troca de tiros, ao todo foram 14 disparos realizados na confusão, felizmente ninguém ficou ferido.
De acordo com o policial civil, Fabricio Costa, a briga teria começado no cruzamento próximo a Avenida Mato Grosso, quando ele teria sido fechado pelo veículo Fox, conduzido por Walter Júnior. Ainda de acordo com o policial civil, Walter parou o carro na frente de Leite e efetuou um disparo, e ele revidou o disparo feito pelo policial federal.
Walter Sebastião Júnior, de 40 anos, policial federal, pode ser afastado de suas funções.
Fabrício Costa Leite, deverá responder a processo administrativo instaurado pela Corregedoria da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).
Quem estava no local ficou em pânico e com medo. O trânsito chegou a ser interditado.
Afastamento
Walter Sebastião Júnior, policial federal, não foi afastado de suas funções. O Policial poderá ser afastado de suas atividades, após a abertura da sindicância, caso o delegado nomeado ache necessário que o policial passe por uma avaliação psicológica. Segundo a Policia Federal, a iniciativa de afastamento poderá partir do próprio policial, caso ele acredite que esteja abalado psicologicamente e que não tem condições para continuar trabalhando.
De acordo com a Policia Federal, Walter já possui dez anos de casa e que, antes de ingressar na PF, ele foi agente da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Ainda de acordo com a Policia Federal, todos os agentes passam por avaliações físicas e psicológicas e também por uma investigação social antes de assumirem suas funções.
Outro Lado
De acordo com a Policia Civil, Fabrício Costa Leite, deverá responder a processo administrativo instaurado pela Corregedoria da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Ainda de acordo com a Policia Civil, tanto Fabricio que é papiloscopista, como peritos tinham direito a porte de arma, assim como policiais civis, investigadores e delegados. Porém, a instituição entrou com ação na Justiça e a licença foi revogada.
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