Cadeirante é morto a tiros por Adolescente
do BRASIL NOTICIAS, em Salvador
Waldir Santos, de 48 anos, era Deficiente Físico, mais nem sua deficiência foi capaz de sensibilizar a crueldade do autor, Waldir foi morto após receber nove tiros. O Sonho de Waldir era uma cadeira de rodas motorizada, ele conseguiu a realizar esse sonho antigo, mais teve sua vida interrompida em plena realização de um sonho.
De acordo com testemunhas, Waldir retornava a sua casa, localizada em Fazenda Coutos, Salvador, quando acontecia um tiroteio de gangues rivais, a cadeira de rodas motorizada tinha descarregado, aonde que Waldir foi morto após receber nove tiros em diversas partes de seu corpo.
"Infelizmente, a cadeira parou e ele não pôde se locomover. O equipamento tem que ser carregado por oito horas, mas o consumo (da carga) varia de acordo com os ambientes por onde o cadeirante passa. Sem carga, a cadeira trava e não há como acionar mecanicamente.", conta Cledson Cruz.
Pessoas próximas tentou socorrer Waldir, que segundo eles ainda respirava. "Ele ainda respirava quando o colocaram em um carro de mão e correram para a pista (Estrada do Derba – BA 528) para conter o trânsito e pedir socorro, mas não adiantou. Meu amigo não era envolvido com nada ilícito.", conta o amigo da vítima e presidente da Associação Municipal e Metropolitana das Pessoas com Deficiência (Ampdef), Cledson Cruz.
"A guerra do tráfico pegou ele. Meu pai não tinha nada a ver com a situação. Estou impressionada. Ai, ai, meu pai.", desabafa, Janine Souza Santos, de 20 anos.
"Ele era trabalhador e fazia de tudo para se manter, mesmo com os problemas de saúde. Ele pesava 140 quilos. Na sexta-feira, uma assistente social ainda foi na casa dele para passar uma dieta por causa da pressão alta.", conta a filha de Waldir.
"Gordo sempre foi correria. Nunca ficava parado e lutava pelos seus direitos e dos outros. Ele juntava dinheiro para comprar um equipamento desse custa R$ 6 mil e ele conseguiu comprar por R$ 3 mil, graças ao apoio da associação (Ampdef).", disse Janine Souza.
Um adolescente, de 17 anos, conhecido pelo apelido de “Leleco”, que assumiu ter deflagrado um dos nove tiros contra o cadeirante com o revólver, calibre 38, do traficante Alberto dos Santos Souza, o “Zé”,18 anos, preso, com outros dois comparsas.
O também traficante Rodrigo Santos Silva, o “Galego”, apontado por “Leleco” como o autor dos outros oito tiros, está sendo procurado. Alberto Souza, surpreendido com a arma do crime, e os comparsas no tráfico de drogas identificados como Emerson Lopes Alves, 20 anos, e Marcos Vinícius Reis dos Santos, o “Caveirinha”, 28, foram presos pela equipe da 5ª DT, no Morada da Lagoa, portando ainda 280 gramas de maconha prensada, envolta num saco, 308 balinhas e 15 dolinhas da droga prontas para venda.
Ao saber que tinha sido delatado por “Zé”, “Leleco” apresentou-se na unidade policial, sendo encaminhado à Delegacia Para o Adolescente Infrator (DAI). Segundo apurou o delegado Antônio Carlos Magalhães Santos, “Galego” e “Leleco” executaram Waldir, por integrar uma quadrilha de traficantes rivais. Na delegacia, o adolescente admitiu ter disparado o último dos nove tiros que mataram “Gordo”. As investigações prosseguem, visando localizar e prender Rodrigo Santos Silva.
Waldir Santos, de 48 anos, era Deficiente Físico, mais nem sua deficiência foi capaz de sensibilizar a crueldade do autor, Waldir foi morto após receber nove tiros. O Sonho de Waldir era uma cadeira de rodas motorizada, ele conseguiu a realizar esse sonho antigo, mais teve sua vida interrompida em plena realização de um sonho.
Waldir Santos, de 48 anos, Deficiente Físico, morto após receber nove tiros.
De acordo com testemunhas, Waldir retornava a sua casa, localizada em Fazenda Coutos, Salvador, quando acontecia um tiroteio de gangues rivais, a cadeira de rodas motorizada tinha descarregado, aonde que Waldir foi morto após receber nove tiros em diversas partes de seu corpo.
"Infelizmente, a cadeira parou e ele não pôde se locomover. O equipamento tem que ser carregado por oito horas, mas o consumo (da carga) varia de acordo com os ambientes por onde o cadeirante passa. Sem carga, a cadeira trava e não há como acionar mecanicamente.", conta Cledson Cruz.
Pessoas próximas tentou socorrer Waldir, que segundo eles ainda respirava. "Ele ainda respirava quando o colocaram em um carro de mão e correram para a pista (Estrada do Derba – BA 528) para conter o trânsito e pedir socorro, mas não adiantou. Meu amigo não era envolvido com nada ilícito.", conta o amigo da vítima e presidente da Associação Municipal e Metropolitana das Pessoas com Deficiência (Ampdef), Cledson Cruz.
"A guerra do tráfico pegou ele. Meu pai não tinha nada a ver com a situação. Estou impressionada. Ai, ai, meu pai.", desabafa, Janine Souza Santos, de 20 anos.
"Ele era trabalhador e fazia de tudo para se manter, mesmo com os problemas de saúde. Ele pesava 140 quilos. Na sexta-feira, uma assistente social ainda foi na casa dele para passar uma dieta por causa da pressão alta.", conta a filha de Waldir.
"Gordo sempre foi correria. Nunca ficava parado e lutava pelos seus direitos e dos outros. Ele juntava dinheiro para comprar um equipamento desse custa R$ 6 mil e ele conseguiu comprar por R$ 3 mil, graças ao apoio da associação (Ampdef).", disse Janine Souza.
Outro Lado
Um adolescente, de 17 anos, conhecido pelo apelido de “Leleco”, que assumiu ter deflagrado um dos nove tiros contra o cadeirante com o revólver, calibre 38, do traficante Alberto dos Santos Souza, o “Zé”,18 anos, preso, com outros dois comparsas.
O também traficante Rodrigo Santos Silva, o “Galego”, apontado por “Leleco” como o autor dos outros oito tiros, está sendo procurado. Alberto Souza, surpreendido com a arma do crime, e os comparsas no tráfico de drogas identificados como Emerson Lopes Alves, 20 anos, e Marcos Vinícius Reis dos Santos, o “Caveirinha”, 28, foram presos pela equipe da 5ª DT, no Morada da Lagoa, portando ainda 280 gramas de maconha prensada, envolta num saco, 308 balinhas e 15 dolinhas da droga prontas para venda.
Ao saber que tinha sido delatado por “Zé”, “Leleco” apresentou-se na unidade policial, sendo encaminhado à Delegacia Para o Adolescente Infrator (DAI). Segundo apurou o delegado Antônio Carlos Magalhães Santos, “Galego” e “Leleco” executaram Waldir, por integrar uma quadrilha de traficantes rivais. Na delegacia, o adolescente admitiu ter disparado o último dos nove tiros que mataram “Gordo”. As investigações prosseguem, visando localizar e prender Rodrigo Santos Silva.
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