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Caso Bruno: Advogado abandona caso de Macarrão

do BRASIL NOTICIAS, em São Paulo


Caso Bruno: Advogados do goleiro responsabilizam Luiz Henrique Romão, o Macarrão, por morte de Eliza.


O advogado, Wasley César Vasconcelos, que defendia Luiz Henrique Romão, mais conhecido como 'Macarrão' abandonou o caso, o advogado decidiu deixar a defesa de seu cliente. O motivo para a renuncia do cargo, segundo o advogado, era por não concordar com a suposta pressão que Macarrão está sofrendo para assumir a autoria do crime. O advogado Wasley César encaminhou um fax a justiça renunciando o caso.


O advogado, Wasley César Vasconcelos renunciou o caso de Macarrão.


No documento o advogado afirma que deixou o caso por 'Motivos Particulares'. Em entrevista, Wasley César conta que Macarrão recebeu a visita de outros advogados. "Não concordo com algumas coisas que estão acontecendo. Eu não admitiria jamais que meu cliente se responsabilizasse por uma coisa que ele não fez”, afirmou.  O advogado conta que na semana passada discutiu longamente o caso com Macarrão, mas não chegaram a um “denominador comum".


"Continuo acreditando na inocência do Luiz Henrique e torço para que o novo advogado consiga o que eu, durante 1 ano e 8 meses, não consegui, que é a liberdade do meu cliente.", disse Wasley César.


"A gente esperava desde o início essas declarações para jogar a culpa no Macarrão. A única coisa que vou fazer sobre isso é tentar desmembrar o julgamento, justamente para evitar essas contaminações. Ele já está preso há um longo tempo, pegando cadeia por coisa que não fez.", disse Wasley César.


"O Cláudio Dalledone (advogado anterior de Bruno) saiu porque estava recebendo pressão para mudar sua estratégia. O Dalledone é um advogado muito íntegro, não quis passar detalhes, mas disse que deixou o caso por conflito entre a defesa técnica, feita por ele, e a autodefesa, no caso, o Bruno. Então a gente chega à conclusão de que o Bruno poderia estar por trás dessa pressão para culpar o Macarrão.", questiona Wasley César.


Luiz Henrique Romão deve assumir autoria de morte de Eliza Samúdio.




O Brasil Noticias descobriu que, Macarrão deve sim livrar o goleiro Bruno das acusações. Macarrão não teria condições financeiras para arcar com advogados, e Macarrão teria sido convencido a assumir a autoria do crime, e Bruno sair inocente do caso.


Advogado responsabiliza Macarrão


O advogado de defesa de Bruno, Rui Pimenta, em entrevista a Veja responsabiliza Macarrão pelo crime.


Cumplicidade entre Bruno e Macarrão


"Cúmplice é quem participa de alguma forma do crime. A morte da Eliza ocorreu ao arrepio da vontade de Bruno, por desobediência total de Macarrão. Eliza estava no sítio de Bruno em Minas e estava fazendo filme pornô em São Paulo. Uma empresa holandesa pediu que ela estivesse em São Paulo no dia seguinte, para fazer umas fotografias. Ela recebeu esse comunicado à tardinha e pediu a Bruno dinheiro para pagar umas contas. Disse que ficaria lá por dois ou três dias. Bruno pediu a Macarrão que entregasse 30.000 reais a ela na rodoviária. Macarrão voltou e Bruno achou que ela tinha embarcado para São Paulo. A criança ficou com a mulher de Bruno. Bruno voltou para Rio, continuou treinando sem saber o que tinha acontecido. Ele não sabia de nada. Para você ver que amigo da onça é esse Macarrão. Quando o negócio explodiu, Bruno se assustou e foi cobrar Macarrão, que disse que agiu dessa forma porque achou que estava ajudando Bruno.", disse Rui Pimenta.


Eliza no Sitio de Bruno


"Ela veio porque ele ia comparar um apartamento para ela em Belo Horizonte, que é mais barato do que no Rio de Janeiro. E assim ele podia conviver mais próximo dela, porque ele gostava dela. Houve uma traição de Macarrão. Ele não podia ter feito isso. Tanto é que eles nunca mais foram os mesmo um com o outro, não há mais a mesma amizade.", disse Rui Pimenta.


O Caso




A Policia acredita que, Eliza foi morta em junho de 2010 na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e o corpo nunca foi encontrado. O goleiro, o amigo Luiz Henrique Romão – conhecido como Macarrão –, e o primo Sérgio Rosa Sales vão a júri popular por sequestro e cárcere privado, homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. Sérgio responde ao processo em liberdade. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, também está preso e vai responder no júri popular por homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver.

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