Desemprego teve alta de sobe a 9,5%, em Janeiro
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A taxa de desemprego subiu de 9,1%, em dezembro, para 9,5% em janeiro, na média das sete regiões metropolitanas onde o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) fazem mensalmente a Pesquisa de Emprego e Desemprego. O total de desempregados foi estimado em 2,1 milhões, o que representa um acréscimo de 104 mil em relação ao número registrado no mês anterior. Foram criados 16 mil postos, mas a quantidade de pessoas que passaram a disputar uma vaga no mercado de trabalho foi bem maior do que esse número, 120 mil.
As maiores chances de conseguir um emprego foram registradas na construção civil, que abriu 30 mil postos de trabalho, 2,3% acima do total do mês anterior. Em seguida, aparece o setor de serviços, com oferta de 26 mil vagas (alta de 0,2%). No grupo chamado outros setores (que inclui serviços domésticos, por exemplo), o número de empregos teve um leve acréscimo de 0,4% e chegou a 6 mil. Já no comércio, houve estabilidade, com 3,2 mil vagas ofertadas, e na indústria foram fechados 45 mil postos de trabalho, o que representa uma queda de 1,5% em relação ao resultado de dezembro.
O total de ocupados, nas sete regiões investigadas, foi estimado em 20,167 milhões de pessoas.
Por regiões pesquisadas, a taxa de desemprego total cresceu em São Paulo (de 9% em dezembro para 9,6%), Salvador (de 14,1% para 15%), Fortaleza (de 7,7% para 8,1%) e no Distrito Federal (de 11% para 11,5%), mas manteve-se relativamente estável em Belo Horizonte (de 5,2% para 5,1%), Porto Alegre (de 6,4% para 6,5%) e Recife (de 12,2% para 11,9%), diz o Dieese.
No conjunto das regiões pesquisadas, cresceu a massa de rendimentos dos ocupados (0,9%) e permaneceu em relativa estabilidade a dos assalariados (-0,1%).
O IBGE, que adota metodologia diferente, com outras capitais pesquisadas e que considera como desempregado aquele que busca e não encontra emprego nos últimos 30 dias, já divulgou que a taxa de desocupação foi estimada em 5,5% em janeiro. Já o rendimento médio real habitual dos ocupados atingiu R$ 1.672,20 e apresentou alta de 0,7% na comparação mensal e de 2,7% frente a janeiro do ano passado.
Taxa de desemprego aumenta no mês de Janeiro.
A taxa de desemprego subiu de 9,1%, em dezembro, para 9,5% em janeiro, na média das sete regiões metropolitanas onde o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) fazem mensalmente a Pesquisa de Emprego e Desemprego. O total de desempregados foi estimado em 2,1 milhões, o que representa um acréscimo de 104 mil em relação ao número registrado no mês anterior. Foram criados 16 mil postos, mas a quantidade de pessoas que passaram a disputar uma vaga no mercado de trabalho foi bem maior do que esse número, 120 mil.
As maiores chances de conseguir um emprego foram registradas na construção civil, que abriu 30 mil postos de trabalho, 2,3% acima do total do mês anterior. Em seguida, aparece o setor de serviços, com oferta de 26 mil vagas (alta de 0,2%). No grupo chamado outros setores (que inclui serviços domésticos, por exemplo), o número de empregos teve um leve acréscimo de 0,4% e chegou a 6 mil. Já no comércio, houve estabilidade, com 3,2 mil vagas ofertadas, e na indústria foram fechados 45 mil postos de trabalho, o que representa uma queda de 1,5% em relação ao resultado de dezembro.
O total de ocupados, nas sete regiões investigadas, foi estimado em 20,167 milhões de pessoas.
Por regiões pesquisadas, a taxa de desemprego total cresceu em São Paulo (de 9% em dezembro para 9,6%), Salvador (de 14,1% para 15%), Fortaleza (de 7,7% para 8,1%) e no Distrito Federal (de 11% para 11,5%), mas manteve-se relativamente estável em Belo Horizonte (de 5,2% para 5,1%), Porto Alegre (de 6,4% para 6,5%) e Recife (de 12,2% para 11,9%), diz o Dieese.
No conjunto das regiões pesquisadas, cresceu a massa de rendimentos dos ocupados (0,9%) e permaneceu em relativa estabilidade a dos assalariados (-0,1%).
O IBGE, que adota metodologia diferente, com outras capitais pesquisadas e que considera como desempregado aquele que busca e não encontra emprego nos últimos 30 dias, já divulgou que a taxa de desocupação foi estimada em 5,5% em janeiro. Já o rendimento médio real habitual dos ocupados atingiu R$ 1.672,20 e apresentou alta de 0,7% na comparação mensal e de 2,7% frente a janeiro do ano passado.
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