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Homem estupra e mata menor de 12 anos

do BRASIL NOTICIAS, em Campo Grande


"Caí para cima dela e a estuprei.", frases de Leandro de Oliveira, de 20 anos, ele confessou ter estuprado e matado uma menor de 12 anos de idade, em Corumbá, no interior do Mato Grosso do Sul. Françoise Steffani Silva de Oliveira, de 12 anos, foi encontrada morta em um matagal, a menor tinha sinais de estupro, e teria sido morta asfixiada.

Françoise Steffani Silva de Oliveira, de 12 anos, foi estuprada e morta.

 

Leandro confessou a morte da vitima: "Cai para cima dela e estuprei.", confirma.

A menor estava sem a parte de baixo de sua roupa, e com a blusa suspensa a cima do seio. De acordo com a delegada, Priscila Anuda Quarti Vieira, ela estaria morta há cerca de 5 horas. “Havia sinais de que ela tentou lutar com o autor e foi, provavelmente, morta por asfixia. Ainda vamos investigar qual o tipo de asfixia”, esclarece.


"O Leandro e a irmã, fizeram a denúncia no final da tarde de quinta-feira. Alegaram que teriam visto um homem saindo do local do crime e ‘pés' para fora do matagal. Quando a denúncia foi feita, pedi para que a Polícia Militar não liberasse as testemunhas. Fizemos vários interrogatórios com a dupla e as informações não eram as mesmas. A princípio, eles disseram que teriam passado pelo local, que é um matagal, próximo às casas que estão sendo construídas pelo Governo do Estado, no bairro Maria Leite, sentido Ladário, para ir buscar um medicamento na casa da tia. As informações deles não correspondiam, mas como não havia provas, eles foram liberados na quinta-feira, porém, informamos que deveriam permanecer na cidade e que seriam convocados para novos depoimentos. No dia seguinte, após vários confrontos de informações, a irmã de Leandro confessou que ele era o autor do crime. O interrogamos, falamos que a irmã já havia relatado o que houve e ele confessou ter realmente praticado o crime. Disse que havia abordado a Steffani, a levado para o matagal e abusado dela.", conta a delegada.


 


"Ele afirmou que há tempos observava a Steffani, pois a avó dela mora na mesma rua em que ele morava com a esposa, em Ladário e que no dia do crime, encontrou um ‘momento oportuno'. Leandro relatou que viu Steffani retornando de uma mercearia próxima à casa da mãe, no bairro Popular Velha, e de uso de ameaça - ele não confirma se utilizou faca, revólver, mas diz que a ameaçou -, a colocou em sua bicicleta, seguiu pela rua Gaturama, chegou ao matagal, a arrastou para dentro de uma trilha e disse dessa forma: ‘caí para cima dela e a estuprei.", disse a delegada, Priscila Anuda.


Asfixia


"Não houve marcas de dedos no pescoço, logo, a passagem do ar pode ter sido obstruída pelo antebraço do autor. Ele ainda disse que utilizou um preservativo, aqueles verdes, fornecidos pelos órgãos públicos. Após o estupro ele colocou o preservativo num saquinho e o jogou em um local afastado do crime. Já fomos ao local, foi solicitado que fosse limpo com roçadeiras, porém, choveu muito no dia do crime e esse material ainda não foi encontrado. Mesmo assim, estamos procurando por essa prova.", disse a delegada.


Revolta




"Por que você fez isso? A família inteira acabou. A dor é para sempre. Agradecemos à Polícia por conseguir ter encontrado esse monstro.", disse a tia da menor, Ivonete da Silva.


O pai de Françoise Steffani Silva de Oliveira precisou ser contido por familiares, ele ficou inconformado e revoltado com a morte da filha.

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