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Laudo confirma negligência em morte de irmã de ator

do BRASIL NOTICIAS, no Rio de Janeiro


Priscila Bolveira, nutricionista, e irmã do ator Fabricio Boliveira, morreu após uma queda de 30 metros em um voo na praia de São Conrado.


Priscila Boliveira, de 27 anos, irmã do ator Fabricio Boliveira, morreu após cair de uma altura de 30 metros durante um voo na praia de São Conrado, na zona sul do Rio, no último domingo. O Clube São Conrado de Voo Livre divulgou um laudo sobre o acidente de Priscila, de acordo com o documento, após analisar fotos e vídeos do momento do acidente, a comissão técnica do clube concluiu que houve negligência do instrutor Allan Figueiredo na verificação do equipamento antes do salto.


A Jovem em momentos antes de Pular.


Ver Imagem
O ator Fabricio Boliveira se desesperou ao presenciar a irmã morta.


O ator ficou desesperado diante do acontecimento.


Dois integrantes da comissão técnica analisaram as imagens do ocorrido, e responsabilizaram o instrutor, Allan Figueiredo pelo acidente da jovem. "Pelas imagens, as travas de segurança da cadeira em que estava Priscila estavam conectadas. Mas ela não saltou na primeira vez. Na segunda tentativa de decolagem, nós verificamos que essas travas estavam soltas.", disse Vinicius Cordeiro, diretor de comunicação do clube.


O advogado, Marcos Aurélio Gomes de Araújo, deixou de defender o instrutor, agora o advogado defenderá apenas o clube. "A falha foi única e exclusivamente dele. A primeira decolagem do parapente foi abortada pela Priscila. Parece que ela afrouxou o equipamento de segurança. E na, segunda decolagem, ele tinha a obrigação de ter checado tudo novamente.", disse o advogado.


Segundo o advogado, o instrutor reconhece que uma câmera instalada no parapente gravou o acidente, mais não sabe sobre aonde esta o equipamento. "Allan não sabe da câmera, não sabe o que aconteceu. Após o acidente, houve ameaça de linchamento por pessoas que estavam próximas. Tudo indica que alguém que tentou linchá-lo pode ter levado a câmera.", afirma o advogado.


"Foi culpa dele. O instrutor tinha a obrigação de checar as travas antes do voo.", disse o delegado, Fábio Barucke, da 15ª DP. Segundo o delegado, o instrutor vai ser indiciado por homicidio culposo, quando não ha intenção de matar. 

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