Thor Batista: Laudo comprova álcool em sangue de ciclista
do BRASIL NOTICIAS, no Rio de Janeiro
Um laudo do exame toxicológico comprovou álcool no sangue do ciclista, Wanderson Pereira dos Santos, de 30 anos, o ciclista morreu atropelado em um veículo dirigido por Thor Batista, filho do empresário, Eike Batista. O Acidente teria acontecido na Rodovia Washington Luis, na Baixada Fluminense, no último sábado (17). O Exame comprovou a presença de 15,5 dg/L (decigramas por litro) de álcool no sangue do ciclista.
Segundo o advogado de defesa de Thor Batista, Celso Vilardi, Thor estava trafegando dentro da velocidade permitida no local do acidente, e não ingeriu álcool antes de dirigir. O jovem estava acompanhado de um amigo, que também passou pelo teste do bafômetro. O delegado já descartou a hipótese de homicídio doloso.
Em depoimento a Policia, Thor afirmou ter encontrado uma lata de cerveja sobre o parabrisa do carro, segundo Thor ele suspeita que a lata estava em poder da vítima, o ciclista. Thor disse que estava a cerca de 100km/h quando atropelou Wanderson. De acordo com ele a vítima cruzava a pista, a família do ciclista afirma que Wanderson foi morto no acostamento.
Policiais acreditam que que a vítima estivesse com uma sacola plástica com a lata de cerveja. Informações preliminares confirmam que a lata estava presa à lataria da parte externa do veículo.
Thor Batista se encontrou com a mãe do ciclista, Maria Vicentina Pereira, e com a viúva do ciclista, Cristina dos Santos Gonçalves, o encontro aconteceu no escritório do advogado de Thor. Segundo o advogado da familia do ciclista o assunto indenização não tocado. "Durante o encontro percebemos que a finalidade era a mesma: reunir as partes envolvidas. Como havia uma disponibilidade de tempo e locomoção, reunimos as famílias para ter uma conversa com ele, sentar e olhar nos olhos. Foi um encontro entre humanos, sem a presença dos advogados. Eles choraram, se abraçaram e conversaram.", conta Cleber Carvalho, advogado da família do ciclista.
Exame comprova álcool no sangue de ciclista morto.
Um laudo do exame toxicológico comprovou álcool no sangue do ciclista, Wanderson Pereira dos Santos, de 30 anos, o ciclista morreu atropelado em um veículo dirigido por Thor Batista, filho do empresário, Eike Batista. O Acidente teria acontecido na Rodovia Washington Luis, na Baixada Fluminense, no último sábado (17). O Exame comprovou a presença de 15,5 dg/L (decigramas por litro) de álcool no sangue do ciclista.
Wanderson Pereira dos Santos, de 30 anos, o ciclista morreu atropelado em um veículo dirigido por Thor Batista.
Segundo o advogado de defesa de Thor Batista, Celso Vilardi, Thor estava trafegando dentro da velocidade permitida no local do acidente, e não ingeriu álcool antes de dirigir. O jovem estava acompanhado de um amigo, que também passou pelo teste do bafômetro. O delegado já descartou a hipótese de homicídio doloso.
Em depoimento a Policia, Thor afirmou ter encontrado uma lata de cerveja sobre o parabrisa do carro, segundo Thor ele suspeita que a lata estava em poder da vítima, o ciclista. Thor disse que estava a cerca de 100km/h quando atropelou Wanderson. De acordo com ele a vítima cruzava a pista, a família do ciclista afirma que Wanderson foi morto no acostamento.
Thor afirmou ter encontrado uma lata de cerveja sobre o parabrisa do carro.
Policiais acreditam que que a vítima estivesse com uma sacola plástica com a lata de cerveja. Informações preliminares confirmam que a lata estava presa à lataria da parte externa do veículo.
Encontro
Thor Batista se encontrou com a mãe do ciclista, Maria Vicentina Pereira, e com a viúva do ciclista, Cristina dos Santos Gonçalves, o encontro aconteceu no escritório do advogado de Thor. Segundo o advogado da familia do ciclista o assunto indenização não tocado. "Durante o encontro percebemos que a finalidade era a mesma: reunir as partes envolvidas. Como havia uma disponibilidade de tempo e locomoção, reunimos as famílias para ter uma conversa com ele, sentar e olhar nos olhos. Foi um encontro entre humanos, sem a presença dos advogados. Eles choraram, se abraçaram e conversaram.", conta Cleber Carvalho, advogado da família do ciclista.
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