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Venda de bebidas alcóolicas na copa é Aprovada


do BRASIL NOTICIAS


Aprovada venda de bebidas alcóolicas na Copa.


O texto da Lei Geral da Copa prevê que durante os jogos da Copa do Mundo e da Copa das Confederações será permitida venda e o consumo de bebidas alcoólicas.O projeto aguarda agora o aval do plenário da Câmara. A expectativa é que o texto seja aprovado nesta quarta-feira.


Depois seguirá para o Senado e, se não houver mudança substancial e for aprovado pelos senadores, a já proclamada lei seguirá para sanção da presidente Dilma. Um dos pontos mais polêmicos foi a liberalização da venda de cerveja, em copos plásticos, em todos os setores dos estádios, e qualquer bebida dentro das áreas VIPs. A regra só vale para a Copa do Mundo.


"Não acho razoável que façamos um investimento tão grande nesses estádios para depois penalizarmos os estabelecimentos durante os jogos. Vivemos um momento diferente, em que há controle do acesso e punição para quem comete abusos.", disse o relator do texto, o deputado Vicente Candido (PT-SP).


Além da questão da bebida alcoólica, também ficou resolvido o impasse acerca dos ingressos que serão vendidos em meia entrada. “A meia-entrada está garantida para os idosos em todas as categorias e para os estudantes na categoria 4. Os estudantes têm um pleito de estender para a categoria 3, mas eu não consegui isso com a Fifa [Federação Internacional de Futebol]. A Fifa alega que não assumiu esse compromisso com o Brasil e que não tem essa responsabilidade”, explicou o relator Vicente Cândido. Os deputados também aprovaram a reserva de 300 mil ingressos populares para estudantes e beneficiários de programas sociais como o Bolsa Família.


O líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), está confiante que o texto definido pela comissão será aprovado em plenário sem problemas. Na opinião dele, o desconforto provocado pelas declarações do secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, não causará distúrbios na votação. “Isso não interfere no processo legislativo”, declarou Vaccarezza.

Mais cedo, os líderes da base aliada haviam decidido em reunião com o presidente da comissão, deputado Renan Filho (PMDB-AL) e com o relator, deputado Vicente Cândido (PT-SP), que o projeto ocuparia o espaço deixado pelo Código Florestal, cuja votação ficou para a próxima semana.

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