Venda de silicone é suspenso no Brasil
do BRASIL NOTICIAS, em Brasília
Quem tinha um sonho de um dia colocar silicone pode ir deixando para depois, De acordo com o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), será publicado até o dia 31 de março uma portaria definitva para a certificação de próteses mamárias de silicone. Uma das novidades da nova resolução é a certificação que será feita no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade (SBAC). Dessa forma, as próteses passarão por análises em laboratório para verificar itens tais como a resistência do material, a composição do silicone e os ensaios biológicos.
O Inmetro vai definir e credenciar os laboratórios capacitados que prestarão os serviços aos importadores de próteses mamárias de silicone. A certificação das próteses vai incluir ainda uma inspeção na linha de produção do material. Trata-se de um processo semelhante ao que já ocorre como os preservativos importados.
De acordo com a nova resolução, os médicos serão responsáveis por esclarecer as pacientes sobre os riscos do implante antes da cirurgia.
As novas regras foram aprovadas após as marcas francesa Poly Implant Prothese (PIP) e holandesa Rofil, acusadas de usar silicone inapropriado, aumentando o risco de o implante romper ou vazar e provocar problemas de saúde. Aproximadamente 20 mil brasileiras teria usado as próteses.
Foram cinco casos de câncer de mama, um de linfoma raro de seio, um de linfoma de amígdala e um caso de leucemia. De acordo com a imprensa da França, cerca de 30.000 francesas e 300.000 mulheres ao redor do mundo têm o implante. A recomendação foi preventiva e sem caráter de urgência, e vale mesmo para as mulheres que não apresentaram problemas na prótese.
Anvisa decide suspender venda de silicone no Brasil.
Quem tinha um sonho de um dia colocar silicone pode ir deixando para depois, De acordo com o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), será publicado até o dia 31 de março uma portaria definitva para a certificação de próteses mamárias de silicone. Uma das novidades da nova resolução é a certificação que será feita no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade (SBAC). Dessa forma, as próteses passarão por análises em laboratório para verificar itens tais como a resistência do material, a composição do silicone e os ensaios biológicos.
O Inmetro vai definir e credenciar os laboratórios capacitados que prestarão os serviços aos importadores de próteses mamárias de silicone. A certificação das próteses vai incluir ainda uma inspeção na linha de produção do material. Trata-se de um processo semelhante ao que já ocorre como os preservativos importados.
De acordo com a nova resolução, os médicos serão responsáveis por esclarecer as pacientes sobre os riscos do implante antes da cirurgia.
Casos com Silicone
As novas regras foram aprovadas após as marcas francesa Poly Implant Prothese (PIP) e holandesa Rofil, acusadas de usar silicone inapropriado, aumentando o risco de o implante romper ou vazar e provocar problemas de saúde. Aproximadamente 20 mil brasileiras teria usado as próteses.
Maleficios
Foram cinco casos de câncer de mama, um de linfoma raro de seio, um de linfoma de amígdala e um caso de leucemia. De acordo com a imprensa da França, cerca de 30.000 francesas e 300.000 mulheres ao redor do mundo têm o implante. A recomendação foi preventiva e sem caráter de urgência, e vale mesmo para as mulheres que não apresentaram problemas na prótese.
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