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Sambista é executado com 20 tiros no Rio de Janeiro

RICARDO COSTA
do BRASIL NOTICIAS, no Rio de Janeiro


O Ex-mestre de bateria foi morto após levar 20 tiros, principal linha de investigação é o desentendimento com  Luizinho Drumond.

O sambista Marcone da Silva Sacramento, de 32 anos, era ex-mestre de bateria da escola de Samba Imperatriz Leopoldinense, no Rio de Janeiro. Marcone da Silva foi morto com vinte tiros em Ramos, na zona norte do Rio.


O Sambista foi morto dentro de seu veículo.


De acordo com a Policia Militar, Marcone foi encontrado morto em seu carro, um Honda Fit, por volta das 22h30, no Domingo, 13. O crime aconteceu nas imediações da quadra do bloco Cacique de Ramos, onde havia um evento. O Sambista foi expulso da escola de samba há seis meses, após uma briga com o presidente Luiz Pacheco Drumond, na época Marcone registrou um boletim de ocorrência e afirmou que havia sido agredido com três tapas no rosto pelo bicheiro.


De acordo com a equipe que investiga o caso, Marcone foi morto quando um veículo se emparelhou com o seu carro, nas proximidades da quadra do bloco Cacique de Ramos, o condutor do outro veículo teria efetuado vários disparos de pistola contra o sambista.


Segundo o delegado Rivaldo Barbosa, testemunhas serão ouvidas, e imagens de câmeras de segurança serão solicitadas.


"Após identificar toda a dinâmica do crime e ouvir quem for necessário, vamos definir a linha de investigação a ser seguida. O fato de o número de disparo ser muito grande nos faz trabalhar com a hipótese de execução.", afirma o delegado.


Inveja


Família acredita que o crime pode ser por inveja.


"Ele  tinha uma posição que causava inveja. O pessoal invejava a posição dele de selecionar e cortar ritmistas. Assim, você também ganha inimigos. Será que é algum desafeto com relação a Escola de Samba? Não sei se desafeto seria condição para isso acontecer", disse , José Carlos Martins, de 64 anos, primo da vitima.


"Agora, para a família só resta chorar e esperar Justiça.", afirmou.

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