Trio Canibal: Exame confirma criança é filha de Vitima
ISMAIL JUNIOR
direto de Recife, para o BRASIL NOTICIAS
Um exame de DNA confirmou, a criança de 5 anos é de fato filha de Jéssica Camila da Silva, de 17 anos, vitima do trio canibal, a jovem teria sido morta pelos acusados em Olinda, região metropolitana do Recife no ano de 2008, o exame foi usado material genético do pai e do irmão de Jéssica. A Guarda da criança é disputada pela família da adolescente, de um lado esta o avô materno e do outro, uma tia da criança, assistentes sociais realizará visita na casa de ambos para saber qual o local a criança deve ficar.
"Apesar de só ter visto ela muito pequena, tive a certeza que ela era minha neta. Quero ficar com ela. Vou fazer de tudo. Sou trabalhador e tenho condições de criá-la.", disse Emanuel Araújo, de 52 anos, avô materno da criança.
Por telefone a tia da criança afirma ter mais condições financeiras para cuidar da criança. "Estou muito abalada. Ele é o avô e acha que deve ficar com a neta. Porém, acredito que eu posso ajudá-la mais.", afirma a tia da criança, uma dona de casa.
O trio canibal, Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, Isabel Cristina Pires da Silveira e Bruna Cristina Oliveira da Silva, responde por duplo homicídio triplamente qualificado, falsidade ideológica, estelionato, ocultação de cadáver e falsificação de documentos. Eles confessaram que comiam as carnes dos cadáveres, que ainda serviam de recheio para salgados que eram vendidos a população da cidade.
Em depoimento eles confessaram ter feito nove vitimas. "Relatamos como eles agiam. Eles atraíam as vítimas, apenas mulheres, com promessa de emprego ou para falar de Deus. A primeira vítima, aqui em Garanhuns, foi atraída para pregar a palavra de Deus e quando estava na casa dos suspeitos conversando, o homem saiu de trás da residência e desferiu um golpe grande nela. Ele cortou o pescoço dela, levaram para o banheiro e esquartejaram. Eles também ingeriram a carne dela.", disse o promotor de justiça sobre a denúncia.
"Isso significa alegar que eles não podem ser responsabilizados por esses crimes por possível doença mental. É provável que o processo gire em torno dessa tese de que eles não teriam conhecimento da ilicitude do fato e não poderiam se determinar de acordo com esse entendimento. Vamos ver a postura que vai se adotar. Por outro lado, eles fizeram compras com o cartão de uma das vítimas, assinavam por ela. A gente se pergunta se eles realmente não tinham consciência do fato.", afirma o promotor.
"Não tiro a possibilidade, mas também não tem como provar. No inquérito tem uma pergunta que foi feita ao homem: se eles utilizavam as carnes nas coxinhas. Ele disse que se elas [as suspeitas] fizeram isso não tinham autorização para tanto, elas sabiam que era para o consumo em casa. Eles tratavam isso como missão, como ritual. A gente não tem como provar, nos autos, especificamente, em termo de depoimento, eles não falaram nada. Se não me engano, uma das mulheres disse isso em uma entrevista.", afirmou.
Procuradas, autoridades disse ao BRASIL NOTICIAS, que a criança viverá com seu avô materno, Emanuel Araújo, de 52 anos, a criança será acompanhada pela Justiça. O Avô aguarda a neta ansiosamente. "Quero criar a minha neta. Espero que ela venha logo para nossa casa.", disse.
direto de Recife, para o BRASIL NOTICIAS
Um exame de DNA confirmou, a criança de 5 anos é de fato filha de Jéssica Camila da Silva, de 17 anos, vitima do trio canibal, a jovem teria sido morta pelos acusados em Olinda, região metropolitana do Recife no ano de 2008, o exame foi usado material genético do pai e do irmão de Jéssica. A Guarda da criança é disputada pela família da adolescente, de um lado esta o avô materno e do outro, uma tia da criança, assistentes sociais realizará visita na casa de ambos para saber qual o local a criança deve ficar.
Jéssica Camila, a esquerda em uma foto de infância.
"Apesar de só ter visto ela muito pequena, tive a certeza que ela era minha neta. Quero ficar com ela. Vou fazer de tudo. Sou trabalhador e tenho condições de criá-la.", disse Emanuel Araújo, de 52 anos, avô materno da criança.
Por telefone a tia da criança afirma ter mais condições financeiras para cuidar da criança. "Estou muito abalada. Ele é o avô e acha que deve ficar com a neta. Porém, acredito que eu posso ajudá-la mais.", afirma a tia da criança, uma dona de casa.
Acusação
Trio Canibal
O trio canibal, Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, Isabel Cristina Pires da Silveira e Bruna Cristina Oliveira da Silva, responde por duplo homicídio triplamente qualificado, falsidade ideológica, estelionato, ocultação de cadáver e falsificação de documentos. Eles confessaram que comiam as carnes dos cadáveres, que ainda serviam de recheio para salgados que eram vendidos a população da cidade.
Em depoimento eles confessaram ter feito nove vitimas. "Relatamos como eles agiam. Eles atraíam as vítimas, apenas mulheres, com promessa de emprego ou para falar de Deus. A primeira vítima, aqui em Garanhuns, foi atraída para pregar a palavra de Deus e quando estava na casa dos suspeitos conversando, o homem saiu de trás da residência e desferiu um golpe grande nela. Ele cortou o pescoço dela, levaram para o banheiro e esquartejaram. Eles também ingeriram a carne dela.", disse o promotor de justiça sobre a denúncia.
Juri Popular
"Isso significa alegar que eles não podem ser responsabilizados por esses crimes por possível doença mental. É provável que o processo gire em torno dessa tese de que eles não teriam conhecimento da ilicitude do fato e não poderiam se determinar de acordo com esse entendimento. Vamos ver a postura que vai se adotar. Por outro lado, eles fizeram compras com o cartão de uma das vítimas, assinavam por ela. A gente se pergunta se eles realmente não tinham consciência do fato.", afirma o promotor.
Ritual
"Não tiro a possibilidade, mas também não tem como provar. No inquérito tem uma pergunta que foi feita ao homem: se eles utilizavam as carnes nas coxinhas. Ele disse que se elas [as suspeitas] fizeram isso não tinham autorização para tanto, elas sabiam que era para o consumo em casa. Eles tratavam isso como missão, como ritual. A gente não tem como provar, nos autos, especificamente, em termo de depoimento, eles não falaram nada. Se não me engano, uma das mulheres disse isso em uma entrevista.", afirmou.
Criança com o Avô
Procuradas, autoridades disse ao BRASIL NOTICIAS, que a criança viverá com seu avô materno, Emanuel Araújo, de 52 anos, a criança será acompanhada pela Justiça. O Avô aguarda a neta ansiosamente. "Quero criar a minha neta. Espero que ela venha logo para nossa casa.", disse.
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