Ministério Público afirma que goleiro Bruno é Perigoso
do BRASIL NOTICIAS, em Belo Horizonte
O Ministério Público é contra a liberdade do goleiro Bruno, acusado de envolvimento na morte da modelo Eliza Samudio. Para o Ministério Público, o goleiro representa 'extrema periculosidade a sociedade'.
"Sua extrema periculosidade, denotada no modus operandi que teria empregado para praticar os vários crimes, perpetrados com requintes de crueldade e frieza, em verdadeira afronta à ordem pública e ultraje a vida do ser humano, além do total desrespeito aos poderes repressivos do Estado.", disse em documento, assinado pela subprocuradora-geral da República Cláudia Sampaio Marques.
De acordo com o documento, O réu é acusado pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, sequestro e cárcere privado.
Bruno esta preso preventivamente desde de 2012, em Minas Gerais. A defesa do goleiro alega que o período máximo de duração deste tipo de medida é de seis meses. O requerimento de habeas corpus já foi recusado pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais e pelo Supremo Tribunal de Justiça (STF). A 2ª Turma do STF analisará o pedido novamente em segunda instância, que fora negado anteriormente.
Ministério Público é contra liberdade de goleiro Bruno. Segundo o MP o goleiro é perigoso.
O Ministério Público é contra a liberdade do goleiro Bruno, acusado de envolvimento na morte da modelo Eliza Samudio. Para o Ministério Público, o goleiro representa 'extrema periculosidade a sociedade'.
"Sua extrema periculosidade, denotada no modus operandi que teria empregado para praticar os vários crimes, perpetrados com requintes de crueldade e frieza, em verdadeira afronta à ordem pública e ultraje a vida do ser humano, além do total desrespeito aos poderes repressivos do Estado.", disse em documento, assinado pela subprocuradora-geral da República Cláudia Sampaio Marques.
O goleiro é acusado de envolvimento na morte da modelo Eliza Samudio.
De acordo com o documento, O réu é acusado pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, sequestro e cárcere privado.
Bruno esta preso preventivamente desde de 2012, em Minas Gerais. A defesa do goleiro alega que o período máximo de duração deste tipo de medida é de seis meses. O requerimento de habeas corpus já foi recusado pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais e pelo Supremo Tribunal de Justiça (STF). A 2ª Turma do STF analisará o pedido novamente em segunda instância, que fora negado anteriormente.
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