Macarrão não assumirá assassinato de Eliza
do BRASIL NOTICIAS, em Belo Horizonte (MG)
Luiz Henrique Romão, conhecido como 'Macarrão', amigo do ex-goleiro Bruno Fernandes, não ira assumir o assassinato de Eliza Samúdio. De acordo com a defesa de Luiz Henrique Romão, o advogado Leonardo Diniz, não há evidências no processo para comprovar a existência de crime. "Não há evidências no processo para comprovar a existência do crime.", disse o advogado.
A revista Veja teve acesso a uma carta escrita pelo ex-goleiro, na qual pedia para Luis Henrique ir para o 'Plano B'. Bruno pede na carta para o amigo assumir o assassinato de Eliza Samúdio, assim Bruno poderia ficar em liberdade.
De acordo com a Secretária de Segurança de Minas Gerais, a carta não consta nos registros de correspondências enviadas e recebidas por detentos da Penitenciária Nelson Hungria, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde os dois estão presos.
Bruno e Macarrão foram detidos em junho de 2010, junto com o primo do ex-goleiro, Sérgio Rosa Sales, e o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola. Bruno foi condenado há quatros anos e meio de prisão e já cumpriu um ano e dez meses, pouco mais de um terço da pena, o que garante o direito legal para pedir progressão da condicional. Além de apresentar bom comportamento e ser réu primário na época da condenação. O juiz Wagner Cavalieri, da Vara de Execuções Penais de Contagem (MG) autorizou a progressão da pena para regime semiaberto e concedeu liberdade condicional, mas ele segue preso enquanto aguarda uma decisão do STF para ser liberado.
A revista Veja teve acesso a uma carta escrita pelo ex-goleiro, na qual pedia para Luis Henrique ir para o 'Plano B'. Bruno pede na carta para o amigo assumir o assassinato de Eliza Samúdio, assim Bruno poderia ficar em liberdade.
De acordo com a Secretária de Segurança de Minas Gerais, a carta não consta nos registros de correspondências enviadas e recebidas por detentos da Penitenciária Nelson Hungria, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde os dois estão presos.
O Caso
Bruno e Macarrão foram detidos em junho de 2010, junto com o primo do ex-goleiro, Sérgio Rosa Sales, e o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola. Bruno foi condenado há quatros anos e meio de prisão e já cumpriu um ano e dez meses, pouco mais de um terço da pena, o que garante o direito legal para pedir progressão da condicional. Além de apresentar bom comportamento e ser réu primário na época da condenação. O juiz Wagner Cavalieri, da Vara de Execuções Penais de Contagem (MG) autorizou a progressão da pena para regime semiaberto e concedeu liberdade condicional, mas ele segue preso enquanto aguarda uma decisão do STF para ser liberado.
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