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Marco Maia defende 'desarmamento' do julgamento do mensalão

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em São Paulo (SP)


O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-SP), afirmou que a mídia, os movimentos sociais e os partidos políticos fazem pressões envolvendo o julgamento do mensalão, que está marcado para o dia 2 de agosto. Ele disse considerá-las "normais", mas defendeu um "desarmamento" do processo que envolve o julgamento.


As declarações ocorrem um dia depois de o novo presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, ter afirmado que a CUT pode ir às ruas caso haja politização do caso no Supremo Tribunal Federal.


"Há elementos colocados de pressão, seja pela mídia, seja pelos movimentos sociais, seja pelos partidos políticos. Começa a chegar o dia do julgamento, começam a acontecer as pressões. É natural, é normal", declarou Marco Maia. "É obvio que quem se sentir prejudicado vai usar as armas que tem. Eu estou em uma campanha pelo desarmamento".


O deputado afirmou que será melhor para o caso que haja "menos manifestações de ambos os lados" e defendeu a despolitização do processo. "Todo o nosso esforço deve ser para que o julgamento do mensalão ocorra sem politização. O julgamento deve ser técnico. É preciso garantir ampla defesa e que isso ocorra na normalidade, na tranquilidade que têm sido peculiares ao Brasil".


O presidente da Câmara voltou a criticar a marcação do julgamento em meio ao processo eleitoral. "É fruto da pressão. Volto a dizer: não está correta a opinião de que o julgamento deva ocorrer neste momento".

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