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Servidores Federais em Greve: Governo busca alternativa para por fim a Greve


EMILIANO BARBOSA
do BRASIL NOTICIAS, em Brasília, (DF)

O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão decidiu adiar para sexta-feira, 17, uma contraproposta a reivindicação da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) para equiparação de salários. A Condsef quer uma equipação salarial de cerca de 500 mil servidores de nível superior, de 18 setores, enquadrados no Plano Geral de Cargos do Poder Executivo (PGPE) aos planos de carreiras contemplados pela Lei 12.277 – que trata dos rendimentos de funcionários do Ministério das Relações Exteriores (MRE), da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), das Forças Armadas, do Sistema Único de Saúde (SUS) e outros.

A presidente, Dilma Rousseff, se reuniu com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, e com os ministros da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho; da Justiça, José Eduardo Cardozo, e da Advocacia-Geral da União, Luís Inácio Adams, o objetivo da reunião era para falar sobre a paralisação dos servidores federais, e buscar uma solução que atenda a reivindicação de grevistas por aumento e o controle fiscal. A presidente tenta achar brechas no Orçamento de 2013 para oferecer reajuste aos Grevistas.

Manifestação

Na terça-feira, 14, servidores federais de mais de 30 órgãos protestaram em frente ao Ministério do Planejamento. "Espero que o governo nos atenda. Ameaçar cortar o ponto é insuficiente para acabar com greve. Espero que o governo possa negociar com a gente os dias parados. Até agora, não foi apresentado nada em relação à isso.", disse o diretor nacional da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), Carlos Abreu.

De acordo com Sérgio Ronaldo da Silva, diretor da Condsef, as categorias em greve vão intensificar a pressão sobre o governo na semana de negociações. "Um bom contingente de pessoas está chegando em caravanas vindas de outros estados. Vamos montar acampamento na Esplanada dos Ministérios [zona central de Brasília] e teremos atos todos os dias"., afirma o diretor. Para o diretor, a expectativa é que até sexta-feira, 17, o governo federal se reuna com todas as categorias, e coloque as propostas na mesa. "A gente quer que faça oferta de uma vez por todas, para fazer a análise e votar em assembleia.", disse.

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