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Justiça mantém liberdade de Carlos Cachoeira


do PUC, em Brasília, (DF)

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) decidiu por maioria dos votos manter Carlinhos Cachoeira em liberdade. De acordo com o desembargador, Fernando Tourinho, Cachoeira estava sendo prejudicado por excesso de tempo de prisão preventiva - quando ainda não há condenação – por culpa dos juízes responsáveis pelos desdobramentos da Operação Monte Carlo na Justiça Federal em Goiás. O Ministério Público afirma que a culpa do atraso era da defesa, que ingressava com vários recursos sem necessidade.

De acordo com Tourinho, o processo atrasou porque os juízes se recusaram a cumprir diligências solicitadas pela defesa relativas a escutas telefônicas, fato que poderia prejudicar o réu. Ainda de acordo com o desembargador, caso essas informações fossem prestadas desde o início, a defesa não iria reclamar os direitos a todo o momento. O desembargador, Cândido Ribeiro, concordou com Tourinho e abriu um placar de dois votos.

A desembargadora, Mônica Sifuentes, foi contra a concessão do habeas corpus, para a desembargadora, não cabe reclamação por excesso de prazo de prisão preventiva em casos complexos – o processo tem 79 réus.

O Caso


Carlinhos Cachoeira foi preso no dia 29 de Fevereiro durante a Operação Monte Claro, Cachoeira foi liberado no dia 20 de Novembro. Cachoeira foi acusado de  comandar um esquema de jogo ilegal em Goiás e no Distrito Federal. Cachoeira foi condenado a 5 anos pela 5ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. 

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