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Policia investiga 14 assassinatos de moradores de rua, em Goiânia


ADRIANA REIS
do PUC, em Goiânia, (GO)

Em Goiânia, capital de Goiás, uma onda de assassinatos de moradores de rua vem sendo investigado pela Policia Civil do Estado. Entre agosto e dezembro foram 14 assassinatos, no mês de dezembro foram 2 assassinatos de moradores de rua na capital com as mesmas características.

De acordo com a Policia Civil, das 14 vitimas, duas eram mulheres. Os assassinatos foram a tiros, pedradas, e pauladas. Câmeras de Segurança registraram dois assassinatos, um motociclista aparece nas imagens, sem tirar o capacete ele tira o revolver e dispara contra um morador de rua, que aparenta estar dormindo.

Motociclista mata morador de rua a tiros e depois foge.

Segundo a Policia Civil, na maioria dos casos tem ligação com envolvimento de drogas, para as investigações, não há indícios de que os assassinatos em série tenha sido cometido por um mesmo grupo. 

Cinco suspeitos foram presos, um deles o policial militar Rogério Moreira da Silva, conhecido como Zinca, o PM é acusado de matar a tiros a moradora de rua, Olaci Ferreira de Araújo, de 26 anos, e tentar matar o companheiro da vitima, Emerson do Nascimento Souza, de 29 anos, segundo Emerson ele sobreviveu após se fingir de morto. Ele lembra que a esposa devia dinheiro ao PM, a mulher teria comprado drogas do PM. No entanto o Policial nega ter participação nas mortes dos moradores de rua. O cunhado do PM, Ildevan Nunes, foi preso pela Policia.


Tráfico de Drogas

Rosnildo dos Santos, acusado de matar morador de rua na Praça do Trabalhador.

Para a delegada titular da Delegacia de Investigação de Homicídios (DIH), Adriana Ribeiro, a motivação dos crimes é o tráfico de drogas. Segundo a delegada, os casos não tem nenhuma relação entre si, e que os crimes foram cometidos por diferentes autores. Para a delegada, o fato dos crimes terem ocorridos em poucos dias é coincidência.

O delegado Maurício Massanobo afirma que os crimes não tem muitas semelhanças. De acordo com o delegado, os casos de extorsão denunciados pelos moradores de rua ainda estão sendo apurados e a participação de outros policiais civis ou militares nos crimes ainda não está descartada. O delegado não acredita que todos os casos estejam relacionados. "Uma pessoa foi morta a pauladas, outra foi morta a tiros, outra a facadas. Cada uma em um local diferente.", afirma.


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