Violencia em SC: 40 Presos é transferido para presidíos federais de Segurança Incêndio
do PUC, em Florianópolis, (SC)
Quarenta presos foram transferidos na manhã de sábado para presídios federais de segurança máxima de seis cidades do estado de Santa Catarina, a transferência dos presos fazem parte de uma megaoperação conjunta entre o Governo Federal e o Governo Estadual. Três dos presos são integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC), e 37 fazem parte do Primeiro Grupo Catarinense (PGC).
De acordo com o ministro da justiça, José Eduardo Cardozo, a transferência dos presidiários começou na quinta-feira (14), mais o número de presidiários transferidos para os presídios federais foi revelado no sábado (16) pelo ministro. "Este não é o número definitivo. O governo federal disponibiliza ao estado quantas vagas forem necessárias. Sejam pessoas que já estão presas e que estejam ou que continuem comandando ações de dentro dos presídios estaduais, sejam novos presos, há uma firme decisão dos governos estadual e federal - com o apoio do Poder Judiciário e do Ministério Público - para que haja estas remoções.", disse o ministro José Eduardo Cardozo, durante a coletiva de imprensa.
O estado de Santa Catarina registrou em Janeiro 106 atentados, segundo as autoridades, os atentados ocorridos foram orientações de uma facção criminosa. Incêndio em ônibus, disparo contra viaturas policiais, e bases da Policia.
Além da transferência dos presidiários, Policiais fizeram uma série de operações para cumprir o mandato de prisão de 70 pessoas, a capital Florianópolis, e 11 cidades no interior foram alvo da ação Policial. Segundo a Policia, 25 pessoas haviam sido presas.
Os Presos
A Policia Civil de Santa Catarina identificou 12 dos 25 presos nas ações Policiais, cinco dos presos são advogados que segundo a Policia integravam as facções criminosas. Foi encontrado com uma advogada uma carta de um presidiário, foram apreendidos drogas, armas, munição, e computadores, a Policia encontrou documentos que comprovam a ligação com a facção criminosa.
Entre os 25 detidos teria um suposto braço direito de um dos líderes das facções criminosas, outros detidos são suspeitos de recrutar jovens para cometer os atentados.
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