Moradores da favela da Rocinha denunciam Policiais da UPP: "Torturam e revistam qualquer um"
RICARDO COSTA
do BRASIL NOTICIAS, no Rio de Janeiro, (RJ)
Policiais da Unidade de Policia Pacificadora (UPP) são acusados de abuso de poder por moradores da favela. A família do pedreiro Amarildo de Souza, de 47 anos, desaparecido desde domingo, 14, conta que Amarildo havia voltado de uma pescaria e limpava os peixes na porta de casa quando foi chamado por policiais da Unidade de Policia Pacificadora da comunidade para averiguação.
A estudante Michelle Lacerda, de 26 anos, denuncia que os policiais tentam criar uma fábrica de marginais dentro da comunidade. Segundo a estudante, os policiais revistam a todos, são truculentos, além de torturarem os moradores. O filho do pedreiro, Anderson Gomes, de 21 anos, afirma que a família esta sofrendo ameaças dos policiais. "Tem um ‘bonde’ de uns 15 PMs que agem como xerifes da Rocinha, ameçando de morte e falando de qualquer jeito com a gente.", conta.
Os moradores da Rocinha acusam os policiais de serem os responsáveis pelo desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza.
Segundo a Unidade de Policia Pacificadora (UPP) Amarildo foi levado para uma base da unidade por 'se parecer com um suspeito procurado pelos policiais'. Segundo a unidade, por não se tratar da pessoa procurada, Amarildo foi liberado.
Após ser questionada sobre qual suspeito era procurada, a unidade não soube informar. A Unidade também não soube explicar quanto tempo Amarildo permaneceu na Unidade. Até o momento, Amarildo não foi encontrado, e os policiais foram as últimas pessoas que estavam com o pedreiro. A Família cobra uma explicação das autoridades sobre o paradeiro de Amarildo.
"Vamos concentrar forças para achar o Amarildo. Vamos buscar os GPS das viaturas policiais, as imagens das câmeras, faremos tudo para encontrar essa pessoa. Pois o desaparecimento de uma pessoa nas circunstâncias em que aconteceu provoca uma sensação muito ruim em todos.", disse Orlando Zaconne, delegado-titular da 15ª DP (Gávea).
do BRASIL NOTICIAS, no Rio de Janeiro, (RJ)
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| Amarildo de Souza, de 47 anos desapareceu após ser chamado por Policiais da UPP, da favela da Rocinha. |
A estudante Michelle Lacerda, de 26 anos, denuncia que os policiais tentam criar uma fábrica de marginais dentro da comunidade. Segundo a estudante, os policiais revistam a todos, são truculentos, além de torturarem os moradores. O filho do pedreiro, Anderson Gomes, de 21 anos, afirma que a família esta sofrendo ameaças dos policiais. "Tem um ‘bonde’ de uns 15 PMs que agem como xerifes da Rocinha, ameçando de morte e falando de qualquer jeito com a gente.", conta.
Os moradores da Rocinha acusam os policiais de serem os responsáveis pelo desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza.
Outro Lado
Segundo a Unidade de Policia Pacificadora (UPP) Amarildo foi levado para uma base da unidade por 'se parecer com um suspeito procurado pelos policiais'. Segundo a unidade, por não se tratar da pessoa procurada, Amarildo foi liberado.
Sem Explicação
Após ser questionada sobre qual suspeito era procurada, a unidade não soube informar. A Unidade também não soube explicar quanto tempo Amarildo permaneceu na Unidade. Até o momento, Amarildo não foi encontrado, e os policiais foram as últimas pessoas que estavam com o pedreiro. A Família cobra uma explicação das autoridades sobre o paradeiro de Amarildo.
"Vamos concentrar forças para achar o Amarildo. Vamos buscar os GPS das viaturas policiais, as imagens das câmeras, faremos tudo para encontrar essa pessoa. Pois o desaparecimento de uma pessoa nas circunstâncias em que aconteceu provoca uma sensação muito ruim em todos.", disse Orlando Zaconne, delegado-titular da 15ª DP (Gávea).
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