Segurança de boate é acusado de estupro em São Paulo
SILVANA PATALÃO
do BRASIL NOTICIAS, em SÃO PAULO (SP)
Uma denúncia compartilhada nas redes sociais vem acusando um segurança de uma boate em São Paulo de estuprar uma mulher. Segundo as informações compartilhadas pela rede social Facebook, a mulher teria 'ficado' com o segurança, porém ela teria se recusado a manter relações sexuais com o segurança. O segurança teria, mesmo contra a vontade da mulher, forçado a mulher a manter as relações sexuais.
O estupro teria acontecido na boate Beco 223, na Rua Augusta. A Policia Civil quer ouvir a mulher que teria sido vitima do estupro. "A Policia Civil quer ouvir essa vitima para saber se procede ou não essa denuncia de estupro que circula nas redes sociais.", explica o delegado Roberto Pacheco de Toledo, titular do 4º Distrito Policial (DP). Segundo informações, a mulher, e o segurança negaram o estupro, por este motivo não foi solicitado o exame sexológico.
Porém, nas redes sociais internautas afirmam que a mulher foi coagida a retirar a denuncia de estupro, segundo os internautas a mulher ao prestar depoimento estava embriagada. O delegado Roberto Pacheco quer novos esclarecimentos da jovem de 21 anos sobre o suposto estupro. O delegado explicou ao BRASIL NOTICIAS, que o caso vem sendo analisado com cautela, e que o segurança negou que tivesse ficado com a jovem, como ela declarou em depoimento.
A reportagem do BRASIL NOTICIAS, pela rede social Facebook, ouviu internautas relatando que, a jovem e o segurança 'ficaram na boate', em seguida foram ao banheiro, trocar beijos e abraços, o segurança quis ter relações sexuais com a jovem, que se negou, e saiu chorando, segundo relatos de internautas.
"Houve um caso de estupro na balada Beco 203, na Rua Augusta, Capital SP, e a casa agiu de total descaso com o ocorrido, se prontificando somente a limpar o nome do estabelecimento acima de tudo. Casa noturna defendendo segurança estuprador coagindo a 'mina' a retirar a denúncia e silenciando a vítima tem que cair.", escreveu uma internauta na rede social Twitter.
O delegado ainda explica que um inquérito só será instaurado se a jovem confirmar que foi, de fato, vitima de estupro, e se o exame clínico confirmar o estupro contra a mulher. Segundo o delegado, a mulher teria perdido a comanda de consumação da festa, o que teria gerado toda essa repercussão na internet.
A boate Beco 203 se manifestou sobre o ocorrido. "O Beco 203 recebeu uma grave acusação de violência nas redes sociais nesta madrugada e, prontamente, levantou todas as informações oficiais com os setores responsáveis. Foi registrado um Boletim de Ocorrência e, oficialmente, as partes envolvidas destacam que não houve nenhum ato conforme a suposta denúncia. A acusação é falsa, não existiu e foi prontamente negada e registrada em juízo por todas as partes envolvidas. O Beco 203 reforça que não compactua com qualquer comportamento do tipo e está solidário ao assunto, se colocando a disposição para o esclarecimento de todas as questões. Obrigado.", informou a boate.
A Secretaria de Segurança disse que foi registrado um boletim de ocorrência não criminal sobre o caso. "A SSP esclarece que todas as providências necessárias foram tomadas para resguardar a jovem que se dirigiu ao 78º DP para prestar depoimento. O delegado realizou sua oitiva separadamente, a portas fechadas e na presença de uma testemunha do sexo feminino. Assim que chegou à delegacia, sua mãe acompanhou o depoimento."
De acordo com informações do boletim de ocorrência, a cliente disse ter bebido e ficado com o segurança, mas se recusado transar com ele. Aparentemente embriagada, ela saiu do banheiro e, como não encontrou a comanda da festa, teria começado a chorar, chamando atenção de outras mulheres porque estaria se recusando a pagar o valor total da consumação. A jovem de 21 anos disse ter 'ficado' com o segurança, e contou o que ocorreu no banheiro para algumas mulheres, que acharam que ela havia sido estuprada e acionaram a Policia Militar (PM).
Representantes da boate, o segurança envolvido, e a jovem foram levados para a delegacia. O delegado ouviu a jovem, que foi acompanhada de sua mãe. O segurança deu depoimento ao delegado, disse que 'não ficou' com a jovem. Após a elaboração do boletim de ocorrência não criminal, no qual ambos negaram o estupro, a jovem pagou o valor de consumo exigido pela boate com a perda da comanda de consumação.
do BRASIL NOTICIAS, em SÃO PAULO (SP)
Uma denúncia compartilhada nas redes sociais vem acusando um segurança de uma boate em São Paulo de estuprar uma mulher. Segundo as informações compartilhadas pela rede social Facebook, a mulher teria 'ficado' com o segurança, porém ela teria se recusado a manter relações sexuais com o segurança. O segurança teria, mesmo contra a vontade da mulher, forçado a mulher a manter as relações sexuais.
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| Nas redes sociais internautas denunciam o suposto estupro e acusam o segurança de estuprar a mulher. |
Porém, nas redes sociais internautas afirmam que a mulher foi coagida a retirar a denuncia de estupro, segundo os internautas a mulher ao prestar depoimento estava embriagada. O delegado Roberto Pacheco quer novos esclarecimentos da jovem de 21 anos sobre o suposto estupro. O delegado explicou ao BRASIL NOTICIAS, que o caso vem sendo analisado com cautela, e que o segurança negou que tivesse ficado com a jovem, como ela declarou em depoimento.
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| Internautas relatam sobre o suposto estupro no Facebook. |
"Houve um caso de estupro na balada Beco 203, na Rua Augusta, Capital SP, e a casa agiu de total descaso com o ocorrido, se prontificando somente a limpar o nome do estabelecimento acima de tudo. Casa noturna defendendo segurança estuprador coagindo a 'mina' a retirar a denúncia e silenciando a vítima tem que cair.", escreveu uma internauta na rede social Twitter.
O delegado ainda explica que um inquérito só será instaurado se a jovem confirmar que foi, de fato, vitima de estupro, e se o exame clínico confirmar o estupro contra a mulher. Segundo o delegado, a mulher teria perdido a comanda de consumação da festa, o que teria gerado toda essa repercussão na internet.
Outro Lado
A boate Beco 203 se manifestou sobre o ocorrido. "O Beco 203 recebeu uma grave acusação de violência nas redes sociais nesta madrugada e, prontamente, levantou todas as informações oficiais com os setores responsáveis. Foi registrado um Boletim de Ocorrência e, oficialmente, as partes envolvidas destacam que não houve nenhum ato conforme a suposta denúncia. A acusação é falsa, não existiu e foi prontamente negada e registrada em juízo por todas as partes envolvidas. O Beco 203 reforça que não compactua com qualquer comportamento do tipo e está solidário ao assunto, se colocando a disposição para o esclarecimento de todas as questões. Obrigado.", informou a boate.
Boletim de Ocorrência não criminal
A Secretaria de Segurança disse que foi registrado um boletim de ocorrência não criminal sobre o caso. "A SSP esclarece que todas as providências necessárias foram tomadas para resguardar a jovem que se dirigiu ao 78º DP para prestar depoimento. O delegado realizou sua oitiva separadamente, a portas fechadas e na presença de uma testemunha do sexo feminino. Assim que chegou à delegacia, sua mãe acompanhou o depoimento."
De acordo com informações do boletim de ocorrência, a cliente disse ter bebido e ficado com o segurança, mas se recusado transar com ele. Aparentemente embriagada, ela saiu do banheiro e, como não encontrou a comanda da festa, teria começado a chorar, chamando atenção de outras mulheres porque estaria se recusando a pagar o valor total da consumação. A jovem de 21 anos disse ter 'ficado' com o segurança, e contou o que ocorreu no banheiro para algumas mulheres, que acharam que ela havia sido estuprada e acionaram a Policia Militar (PM).
Representantes da boate, o segurança envolvido, e a jovem foram levados para a delegacia. O delegado ouviu a jovem, que foi acompanhada de sua mãe. O segurança deu depoimento ao delegado, disse que 'não ficou' com a jovem. Após a elaboração do boletim de ocorrência não criminal, no qual ambos negaram o estupro, a jovem pagou o valor de consumo exigido pela boate com a perda da comanda de consumação.
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