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Policia prende suspeito de matar líder comunitária no Amazonas

MONICA BOTTO
do BRASIL NOTICIAS, direto de MANAUS, (AM)

Maria das Dores Salvador Priante, de 54 anos,
foi morta em uma quarta-feira, no dia 12 de agosto.
Foto: Arquivo Pessoal
Maria das Dores Salvador Priante, de 54 anos, foi morta em uma quarta-feira, no dia 12 de agosto. A vitima foi executada com doze tiros de pistola PT ponto 40, de uso exclusivo da Policia. Maria das Dores foi sequestrada por cinco homens por volta das 18h30 no dia do assassinato, na comunidade Portelinha. O corpo da vitima foi encontrado no quilômetros 51, da Rodovia Manuel Urbano, em Manacapuru (AM).

Adson Dias da Silva, conhecido como 'Pinguelão' foi preso nesta segunda-feira, 17, por suspeita de ter assassinado a líder comunitária. O anuncio da prisão do suspeito foi feito pelo governador do estado, José Melo, por meio da da Secretaria de Estado da Comunicação (Secom). De acordo com a nota da Secom, as investigações foram conduzidas pela Secretaria Executiva de Inteligência (Seai), com apoio da Policia Civil. O suspeito passou a manhã sendo ouvido na Delegacia de Manacapuru (AM), responsável pelas investigações.

Adson foi preso na av. Eduardo Ribeiro, no Centro de Manaus, no momento que saia de uma agência bancária. Ele estava sendo procurado pela Policia Civil desde o dia do crime.

A família da vitima acusa Adson Dias pelo crime. Segundo a família de Maria das Dores, o suspeito havia sido líder comunitário da Portelinha, desde a fundação, e não aceitava ter perdido o cargo para a vítima.

Outro Lado

Irmão diz que Adson Dias da Silva é inocente.
Foto: Reprodução

O irmão de Adson, Delcides Dias da Silva, 40, conta que eles tinham ido para Manaus na manhã de segunda-feira para uma audiência no fórum. Segundo ele, a outra parte não compareceu a audiência. Ele conta que ele e o irmão foram a agencia bancária retirar dinheiro para pagar o advogado. Neste tempo eles foram abordados por policiais civis.

Ele disse que os policiais civis não tinham mandato ou qualquer ordem para a prisão do irmão. Segundo ele, Adson é inocente. Delcides explica que no dia do crime estava junto com o irmão. Ele conta que no dia do crime eles estavam organizando o arraial da Serra Baixa, no Km 28.

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