Pintor 'Serial Killer': Veja detalhes dos crimes
SILVANA PATALÃO
do BRASIL NOTICIAS, em SÃO PAULO, (SP)
Jorge Luiz Morais de Oliveira, de 41 anos de idade, preso na última sexta-feira, 25, em sua casa na Favela Alba, no Jabaquara, Zona Sul de São Paulo. O pintor tem histórico policial por matar duas pessoas em 1994 e 1995, no qual cumpriu uma pena de 17 anos e 9 meses de prisão.
Ele confessou ter matado o vizinho, um homossexual e enterrado o corpo em sua casa. O pintor também confessou ter matado três mulheres, segundo ele estava sob efeitos de drogas quando praticou os crimes. Ele afirma não se lembrar de quem era as vitimas.
Em sua casa policiais encontraram roupas femininas, tênis masculino, batom, e restos mortais de possíveis vitimas do pintor. Ao todo são sete pessoas encontradas na casa do pintor.
A delegada Nilze Scapulatiello explica que roupas de crianças foram encontradas na casa do pintor. A delegada disse que juntou os pertences para informar, chamar parentes de pessoas desaparecidas para reconhecer roupas, ou detalhes. Segundo a delegada tem vários sapatos, sandálias, mais é importante a família fazer o reconhecimento.
Foram encontradas fotos de seis pessoas na casa do pintor. A Policia investiga se as pessoas estão desaparecidas.
Apenas o corpo do jovem homossexual foi identificado.
Um morador da favela conversou com a reportagem do portal de noticias G1, ele disse que o pintor costumava beber em um bar da região e que ele não fazia questão de esconder o desprezo que tinha por homossexuais e usuários de droga. "Ele ficava direto no bar com a gente. Ele sempre falava que tinha raiva de gay e de 'nóia', mas nunca imaginei que seria capaz de uma coisa dessas".
Renata Christiana Pedrosa, de 33 anos, homossexual assumida, desapareceu em janeiro deste ano, a vitima morava com a companheira em um apartamento também na região do Jabaquara. Renata era usuária de drogas, ela comprava maconha para consumo próprio na comunidade onde o pintor vivia. Segundo a família, Renata e o pintor não se conheciam. A mãe de Renata, Maria de Fátima, e a companheira de Renata iniciaram uma ação para saber o paradeiro da filha e companheira. Ao lado da nora, Maria de Fátima chegou a se encontrar com o pintor, mostrar fotos da filha, ele disse não ter visto Renata pela comunidade.
Nora e sogra entraram na casa do suspeito em busca de Renata. As duas cavaram e vasculharam a residência até encontrar objetos: calcinhas, meias, e restos mortais. No entanto nenhum dos itens foram reconhecidos por familiares de Renata.
do BRASIL NOTICIAS, em SÃO PAULO, (SP)
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| Jorge Luiz Morais de Oliveira, de 41 anos. |
Ele confessou ter matado o vizinho, um homossexual e enterrado o corpo em sua casa. O pintor também confessou ter matado três mulheres, segundo ele estava sob efeitos de drogas quando praticou os crimes. Ele afirma não se lembrar de quem era as vitimas.
Em sua casa policiais encontraram roupas femininas, tênis masculino, batom, e restos mortais de possíveis vitimas do pintor. Ao todo são sete pessoas encontradas na casa do pintor.
A delegada Nilze Scapulatiello explica que roupas de crianças foram encontradas na casa do pintor. A delegada disse que juntou os pertences para informar, chamar parentes de pessoas desaparecidas para reconhecer roupas, ou detalhes. Segundo a delegada tem vários sapatos, sandálias, mais é importante a família fazer o reconhecimento.
Foram encontradas fotos de seis pessoas na casa do pintor. A Policia investiga se as pessoas estão desaparecidas.
Apenas o corpo do jovem homossexual foi identificado.
Preconceito
Um morador da favela conversou com a reportagem do portal de noticias G1, ele disse que o pintor costumava beber em um bar da região e que ele não fazia questão de esconder o desprezo que tinha por homossexuais e usuários de droga. "Ele ficava direto no bar com a gente. Ele sempre falava que tinha raiva de gay e de 'nóia', mas nunca imaginei que seria capaz de uma coisa dessas".
Renata Christiana Pedrosa, de 33 anos, homossexual assumida, desapareceu em janeiro deste ano, a vitima morava com a companheira em um apartamento também na região do Jabaquara. Renata era usuária de drogas, ela comprava maconha para consumo próprio na comunidade onde o pintor vivia. Segundo a família, Renata e o pintor não se conheciam. A mãe de Renata, Maria de Fátima, e a companheira de Renata iniciaram uma ação para saber o paradeiro da filha e companheira. Ao lado da nora, Maria de Fátima chegou a se encontrar com o pintor, mostrar fotos da filha, ele disse não ter visto Renata pela comunidade.
Nora e sogra entraram na casa do suspeito em busca de Renata. As duas cavaram e vasculharam a residência até encontrar objetos: calcinhas, meias, e restos mortais. No entanto nenhum dos itens foram reconhecidos por familiares de Renata.
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