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Cunha diz que 'não terá protagonismo em processo de impeachment'

PAULA MARIA DUARTE
do BRASIL NOTICIAS, em BRASÍLIA, (DF)

Eduardo Cunha (PMDB/RJ) disse por meio de suas redes sociais que em um eventual processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff caberá a ele a obrigação de despachar ou rejeitar o pedido.
Foto: Reprodução

O presidente da Câmara dos Deputados, o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB/RJ) disse por meio de suas redes sociais que em um eventual processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff caberá a ele a obrigação de despachar ou rejeitar o pedido de instauração do processo.

"Não tenho qualquer outro papel que não seja esse. Os que falam gostariam que eu mantivesse (a representação pela abertura do impeachment) na gaveta, e isso não ocorrerá. A minha obrigação é despachar.", disse Cunha por meio de redes sociais.

Cunha comentou sua entrevista com o jornal Folha. Na reportagem do jornal revela que auxiliares de Dilma estão se preparando para reagir, caso o presidente da Câmara se movimente para viabilizar a análise do impeachment na Casa. "Acho engraçado que ficam achando conspiração em tudo. Se eu aceitar (o pedido de instauração) é porque estou viabilizando e, se rejeitar, também estou viabilizando.", disse Cunha.

Cunha negou estar se articulando para esvaziar a sessão do Congresso para esta terça-feira, 6, que fará a análise dos vetos presidenciais. Dilma vetou a permissão a empresas privadas doarem a campanhas políticas. Eduardo Cunha (PMDB/RJ) é a favor de doações de empresas privadas para campanhas politicas. "O prazo para se alterar a lei eleitoral para valer nas próximas eleições se esgotou na sexta, dia 2. Agora, tanto faz. Votar os vetos da reforma política na semana que vem ou daqui a 30 dias nada muda.", disse.

Cunha alfinetou o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB/AL), durante um boicote de deputados favoráveis a doação de empresas privadas em uma sessão que iria discutir os vetos presidenciais, Cunha mandou um recado para Renan Calheiros.

"Na semana passada, a decisão dos líderes da Câmara foi de não ter a sessão (do Congresso), em função de se querer apreciar os dois vetos da reforma política - o veto ao financiamento e o veto ao voto impresso. E nunca é demais lembrar que a chamada pauta bomba (projetos que geram aumento de despesas para o governo) do reajuste do Judiciário não foi criada pela Câmara e, sim, pelo Senado, que votou unânime.", disse.

O presidente da Câmara dos Deputados, o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB/RJ) disse por meio de suas redes sociais que em um eventual processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff caberá a ele a obrigação de despachar ou rejeitar o pedido de instauração do processo.

"Não tenho qualquer outro papel que não seja esse. Os que falam gostariam que eu mantivesse (a representação pela abertura do impeachment) na gaveta, e isso não ocorrerá. A minha obrigação é despachar.", disse Cunha por meio de redes sociais.

Cunha comentou sua entrevista com o jornal Folha. Na reportagem do jornal revela que auxiliares de Dilma estão se preparando para reagir, caso o presidente da Câmara se movimente para viabilizar a análise do impeachment na Casa. "Acho engraçado que ficam achando conspiração em tudo. Se eu aceitar (o pedido de instauração) é porque estou viabilizando e, se rejeitar, também estou viabilizando.", disse Cunha.

Cunha negou estar se articulando para esvaziar a sessão do Congresso para esta terça-feira, 6, que fará a análise dos vetos presidenciais. Dilma vetou a permissão a empresas privadas doarem a campanhas políticas. Eduardo Cunha (PMDB/RJ) é a favor de doações de empresas privadas para campanhas politicas. "O prazo para se alterar a lei eleitoral para valer nas próximas eleições se esgotou na sexta, dia 2. Agora, tanto faz. Votar os vetos da reforma política na semana que vem ou daqui a 30 dias nada muda.", disse.

Cunha alfinetou o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB/AL).
Foto: Reprodução

"Na semana passada, a decisão dos líderes da Câmara foi de não ter a sessão (do Congresso), em função de se querer apreciar os dois vetos da reforma política - o veto ao financiamento e o veto ao voto impresso. E nunca é demais lembrar que a chamada pauta bomba (projetos que geram aumento de despesas para o governo) do reajuste do Judiciário não foi criada pela Câmara e, sim, pelo Senado, que votou unânime.", disse.

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