Jovem de 22 anos é morta a facadas por ex-marido
ADRIANA REIS
do BRASIL NOTICIAS, em GOIÂNIA, (GO)
A jovem Laila Aparecida da Silva, de 22 anos, foi morta a facadas pelo ex-marido, um jovem de 25 anos de idade. O caso aconteceu na última segunda-feira, 5, em Três Ranchos, no interior de Goiás. Na sexta-feira, 9, o homem foi preso. Segundo a Policia Civil, o rapaz confessou o crime quando se entregou à polícia da cidade.
Em depoimento o jovem disse ter agido em legitima defesa, segundo ele, a vitima teria tentado agredi-lo. Durante o depoimento o jovem disse que esfaqueou a vitima para se defender, depois mudou o depoimento e disse que 'foi sem querer'.
No dia 25 de setembro, segundo a família, a jovem saiu de casa com o filho após sofrer agressões do marido. Ela denunciou o caso a Policia Civil. O jovem negou ter agredido a vitima durante o depoimento. Na época a mulher pediu medida protetiva de urgência, mais não foi expedida pelo judiciário. O homem na época foi indiciado por lesão corporal no âmbito da convivência familiar, com reclusão de três meses a três anos de prisão.
Se comprovado o homicídio, o suspeito responderá por homicídio e lesão corporal.
do BRASIL NOTICIAS, em GOIÂNIA, (GO)
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| A jovem Laila Aparecida da Silva, de 22 anos, foi morta a facadas pelo ex-marido. Foto: Arquivo Pessoal |
A jovem Laila Aparecida da Silva, de 22 anos, foi morta a facadas pelo ex-marido, um jovem de 25 anos de idade. O caso aconteceu na última segunda-feira, 5, em Três Ranchos, no interior de Goiás. Na sexta-feira, 9, o homem foi preso. Segundo a Policia Civil, o rapaz confessou o crime quando se entregou à polícia da cidade.
Em depoimento o jovem disse ter agido em legitima defesa, segundo ele, a vitima teria tentado agredi-lo. Durante o depoimento o jovem disse que esfaqueou a vitima para se defender, depois mudou o depoimento e disse que 'foi sem querer'.
No dia 25 de setembro, segundo a família, a jovem saiu de casa com o filho após sofrer agressões do marido. Ela denunciou o caso a Policia Civil. O jovem negou ter agredido a vitima durante o depoimento. Na época a mulher pediu medida protetiva de urgência, mais não foi expedida pelo judiciário. O homem na época foi indiciado por lesão corporal no âmbito da convivência familiar, com reclusão de três meses a três anos de prisão.
Se comprovado o homicídio, o suspeito responderá por homicídio e lesão corporal.
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