Celular: O Inimigo número 1 do trânsito
do BRASIL NOTICIAS
Incompetência, ou apenas 'Distraidos', o uso do celular é a principal distração que causa riscos no trânsito para motoristas de São Paulo e Rio. Entre os motoristas que enfrentaram alguma situação de risco enquanto dirigiam, 23% estavam falando ao celular ou se distraíram ao tentar atendê-lo. 12% Ao tentar mexer no aparelho de som, 8% ao conversar, 5% por buscar objetos na bolsa e outros 5% por dirigir alcoolizado). A Alternativa Pesquisa de Mercado ouviu 1.020 pessoas entre 15 e 20 de junho, em trabalho encomendado pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (Sbot) que será apresentado na abertura de um congresso no Rio.

"O sistema cognitivo está focado no dirigir e de repente é obrigado a mudar a atenção e dividi-la com o assunto que está sendo tratado ao telefone. O motorista imediatamente reduz a velocidade, não presta atenção ao trânsito e perde o senso de julgamento de que está em risco", disse o ortopedista Marcos Musafir, um dos organizadores do congresso e consultor em traumatologia da Organização Mundial da Saúde (OMS). Ele cita estudo da OMS que mostra que falar ao celular aumenta o risco de acidente em 400%.

Mais motoristas em São Paulo admitem que passaram por alguma situação perigosa ao volante por conta das distrações: 56%. No Rio, o número é de 40%. Depois do celular, a distração externa aparece em segundo lugar, com 19%, seguida de mexer no som do carro, com 12%, conversar, com 8%, mexer na bolsa e dirigir alcoolizado, com 5% cada.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, 1,3 milhão de pessoas morrem por ano em acidentes de trânsito. No Brasil o Sistema Único de Saúde (SUS) gastou R$ 185 milhões no atendimento de vítimas em 2010.
Incompetência, ou apenas 'Distraidos', o uso do celular é a principal distração que causa riscos no trânsito para motoristas de São Paulo e Rio. Entre os motoristas que enfrentaram alguma situação de risco enquanto dirigiam, 23% estavam falando ao celular ou se distraíram ao tentar atendê-lo. 12% Ao tentar mexer no aparelho de som, 8% ao conversar, 5% por buscar objetos na bolsa e outros 5% por dirigir alcoolizado). A Alternativa Pesquisa de Mercado ouviu 1.020 pessoas entre 15 e 20 de junho, em trabalho encomendado pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (Sbot) que será apresentado na abertura de um congresso no Rio.

"O sistema cognitivo está focado no dirigir e de repente é obrigado a mudar a atenção e dividi-la com o assunto que está sendo tratado ao telefone. O motorista imediatamente reduz a velocidade, não presta atenção ao trânsito e perde o senso de julgamento de que está em risco", disse o ortopedista Marcos Musafir, um dos organizadores do congresso e consultor em traumatologia da Organização Mundial da Saúde (OMS). Ele cita estudo da OMS que mostra que falar ao celular aumenta o risco de acidente em 400%.
Mais motoristas em São Paulo admitem que passaram por alguma situação perigosa ao volante por conta das distrações: 56%. No Rio, o número é de 40%. Depois do celular, a distração externa aparece em segundo lugar, com 19%, seguida de mexer no som do carro, com 12%, conversar, com 8%, mexer na bolsa e dirigir alcoolizado, com 5% cada.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, 1,3 milhão de pessoas morrem por ano em acidentes de trânsito. No Brasil o Sistema Único de Saúde (SUS) gastou R$ 185 milhões no atendimento de vítimas em 2010.
Labels:
Brasil Agora

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Todos os comentários são de inteira responsabilidade dos leitores.