Dnit e Valec somam 79 inquéritos na PF
da AGÊNCIA ESTADO
A Polícia Federal conduz 74 inquéritos sobre obras do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes em 20 Estados. A informação foi divulgada pelo diretor-geral da PF, Leandro Daiello Coimbra. Ele assinalou que outros cinco inquéritos foram instaurados para investigar contratos da Valec Engenharia, Construções e Ferrovias.
"Os inquéritos apuram crimes contra a administração pública", destacou o diretor da PF.
Daiello fez um retrato da atuação da PF no caso Dnit, após evento de posse dos novos delegados chefes de unidades da corporação em São Paulo.
Por meio dessas investigações a PF busca provas de desvios de dinheiro público, licitações dirigidas e corrupção. "Os fatos sob investigação são condutas que se relacionam a crimes contra a administração", reiterou o delegado.
Os inquéritos foram abertos nos últimos 12 meses. Daiello rechaçou versão de que a PF estaria inerte diante da sucessão de escândalos que derrubou o ministro dos Transportes Alfredo Nascimento e 19 assessores de confiança, entre eles o diretor-geral do Dnit, Luiz Antônio Pagot.
Para Daiello não procede a informação de que a PF não está agindo. Os inquéritos foram instaurados antes de a presidente Dilma Rousseff determinar faxina na pasta dos Transportes.
A PF considera que todos os fatos que provocaram a crise no ministério já eram objeto dos inquéritos, mas só agora foram divulgados. Os inquéritos buscam identificar empreiteiras que teriam assumido obras do Dnit e da Valec por meio de procedimentos forjados de concorrência. Todos os inquéritos serão acompanhados de laudos periciais.
O diretor-geral destacou que desde 2010 a PF deflagrou três grandes operações contra crimes no âmbito do Dnit. Ele se referiu às operações Mão Dupla, no Ceará, Trem das 7, em Minas, e Via Ápia, no Rio Grande do Norte.
A Trem das 7 mobilizou 50 agentes da PF para cumprimento de 10 mandados de busca e apreensão na Prefeitura de Itaúna. Segundo a Polícia Federal, são alvos dessa operação a própria prefeitura, a Secretaria Municipal de Administração, a Secretaria Municipal de Finanças, a procuradoria e outros setores públicos.
A PF informou que um grupo de sete empresas, "em conluio com servidores municipais e possivelmente servidores do Dnit", teria fraudado licitação - a fraude teria como objetivo a elaboração de um projeto executivo de engenharia para remanejamento da linha férrea no município.
A Mão Dupla levou à prisão 27 envolvidos, quase todos ligados ao Dnit.
As três missões culminaram com a prisão de 35 suspeitos, observou Daiello. Entre os alvos estão 12 servidores públicos de escalões diversos nos Estados em que as obras foram contratadas.
Daiello destacou ainda a importância da parceria da PF com o Tribunal de Contas da União (TCU), a Controladoria-Geral da União (CGU) e outros setores. "A maior parte das investigações começou a partir de irregularidades detectadas pelos órgãos de fiscalização e controle", declarou o diretor-geral da PF.
A Polícia Federal conduz 74 inquéritos sobre obras do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes em 20 Estados. A informação foi divulgada pelo diretor-geral da PF, Leandro Daiello Coimbra. Ele assinalou que outros cinco inquéritos foram instaurados para investigar contratos da Valec Engenharia, Construções e Ferrovias.
"Os inquéritos apuram crimes contra a administração pública", destacou o diretor da PF.
Daiello fez um retrato da atuação da PF no caso Dnit, após evento de posse dos novos delegados chefes de unidades da corporação em São Paulo.
Por meio dessas investigações a PF busca provas de desvios de dinheiro público, licitações dirigidas e corrupção. "Os fatos sob investigação são condutas que se relacionam a crimes contra a administração", reiterou o delegado.
Os inquéritos foram abertos nos últimos 12 meses. Daiello rechaçou versão de que a PF estaria inerte diante da sucessão de escândalos que derrubou o ministro dos Transportes Alfredo Nascimento e 19 assessores de confiança, entre eles o diretor-geral do Dnit, Luiz Antônio Pagot.
Para Daiello não procede a informação de que a PF não está agindo. Os inquéritos foram instaurados antes de a presidente Dilma Rousseff determinar faxina na pasta dos Transportes.
A PF considera que todos os fatos que provocaram a crise no ministério já eram objeto dos inquéritos, mas só agora foram divulgados. Os inquéritos buscam identificar empreiteiras que teriam assumido obras do Dnit e da Valec por meio de procedimentos forjados de concorrência. Todos os inquéritos serão acompanhados de laudos periciais.
O diretor-geral destacou que desde 2010 a PF deflagrou três grandes operações contra crimes no âmbito do Dnit. Ele se referiu às operações Mão Dupla, no Ceará, Trem das 7, em Minas, e Via Ápia, no Rio Grande do Norte.
A Trem das 7 mobilizou 50 agentes da PF para cumprimento de 10 mandados de busca e apreensão na Prefeitura de Itaúna. Segundo a Polícia Federal, são alvos dessa operação a própria prefeitura, a Secretaria Municipal de Administração, a Secretaria Municipal de Finanças, a procuradoria e outros setores públicos.
A PF informou que um grupo de sete empresas, "em conluio com servidores municipais e possivelmente servidores do Dnit", teria fraudado licitação - a fraude teria como objetivo a elaboração de um projeto executivo de engenharia para remanejamento da linha férrea no município.
A Mão Dupla levou à prisão 27 envolvidos, quase todos ligados ao Dnit.
As três missões culminaram com a prisão de 35 suspeitos, observou Daiello. Entre os alvos estão 12 servidores públicos de escalões diversos nos Estados em que as obras foram contratadas.
Daiello destacou ainda a importância da parceria da PF com o Tribunal de Contas da União (TCU), a Controladoria-Geral da União (CGU) e outros setores. "A maior parte das investigações começou a partir de irregularidades detectadas pelos órgãos de fiscalização e controle", declarou o diretor-geral da PF.
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