Ex-presidente de associação de moradores e morto a tiros
do BRASIL NOTICIAS
O ex-presidente da associação de moradores do Morro dos Macacos, em Vila Isabel, Marivaldo dos Prazeres, foi morto a tiros na noite de quinta-feira, quando participava de um churrasco de confraternização. O crime ocorreu a menos de cem metros da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da comunidade.
O líder comunitário foi morto a tiros a cerca a 100 m da sede da UPP. Segundo o comandante da unidade, capitão Felipe Barreto, a polícia já tem informações sobre as características físicas de um homem que fugiu por um beco logo após o crime.
"Ainda não sabemos, por exemplo, se esse homem mora no morro dos Macacos. Estamos levantando informações junto à comunidade para tentar identificar o assassino.", afirma o comandante da unidade, capitão Felipe Barreto.
"Foram três disparos com arma de fogo. A questão da proximidade, logicamente, trata-se de um homicídio, que é um crime grave e que chama a atenção em qualquer lugar do mundo. Não é uma rotina na comunidade depois que instalou a UPP. Não é comum numa comunidade que está pacificada acontecer esse fato.", afirmou o comandante.
O ex-presidente da associação de moradores do Morro dos Macacos, em Vila Isabel, Marivaldo dos Prazeres, foi morto a tiros na noite de quinta-feira, quando participava de um churrasco de confraternização. O crime ocorreu a menos de cem metros da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da comunidade.
O líder comunitário foi morto a tiros a cerca a 100 m da sede da UPP. Segundo o comandante da unidade, capitão Felipe Barreto, a polícia já tem informações sobre as características físicas de um homem que fugiu por um beco logo após o crime.
"Ainda não sabemos, por exemplo, se esse homem mora no morro dos Macacos. Estamos levantando informações junto à comunidade para tentar identificar o assassino.", afirma o comandante da unidade, capitão Felipe Barreto.
"Foram três disparos com arma de fogo. A questão da proximidade, logicamente, trata-se de um homicídio, que é um crime grave e que chama a atenção em qualquer lugar do mundo. Não é uma rotina na comunidade depois que instalou a UPP. Não é comum numa comunidade que está pacificada acontecer esse fato.", afirmou o comandante.
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