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Adolescente de 14 anos é estuprada em presidio

do BRASIL NOTICIAS


Após estupro de menina em presídio, governo do PA afasta 20 funcionários. Segundo a adolescente de 14 anos, havia outras duas menores na mesma situação. Foram quatro dias em poder dos presos. A menina de 14 anos que foi violentada por detentos de uma colônia penal agrícola, no Pará, fez exames médicos na segunda-feira (19), em Belém. O governo do estado afastou 20 funcionários da colônia, inclusive o diretor que já havia alertado autoridades sobre a presença de menores no presídio.


A menina contou ao Conselho Tutelar que foi aliciada por uma mulher, dizendo que iriam a um acampamento. Ela foi estuprada por cinco detentos e obrigada a usar drogas. Após quatro dias conseguiu fugir e avisou a polícia. Outras duas jovens também teriam sofrido abuso.


“Eles me violentaram. Não só eu como outras duas meninas que ficaram lá também. Lá dentro eles obrigaram a gente a usar droga, a tomar bebida alcoólica”, conta a menina.


Segundo a adolescente, havia outras duas menores na mesma situação. Foram quatro dias em poder dos presos.


“Eles esqueceram a porta aberta porque lá eles deixam a porta trancada. Foi quando consegui fugir”, acrescenta.


No sábado, a jovem conseguiu fugir da colônia agrícola e avisou à polícia, que a levou para o Conselho Tutelar. Ela passou por exames no Instituto Médico Legal e está em um abrigo da prefeitura de Belém, onde recebe atendimento psicológico.


“O Conselho Tutelar vai encaminhar denúncia ao Ministério Público para que ele tome conhecimento, apure o caso para tomar as devidas providências”, assegurou o conselheiro tutelar Benilson Silva.


“As guaritas não funcionam 24 horas. Nós não temos efetivo policial suficiente nesse momento para cobrir as 24 horas de serviço naquele posto, então nós utilizamos agentes prisionais”, afirmou.


Após a denúncia da adolescente, o governador do Pará, Simão Jatene, determinou a construção de um muro no entorno da colônia e exonerou 20 funcionários da unidade, entre eles o diretor, Andrés de Albuquerque Nunes.


Um funcionário do presídio que não quis se identificar denuncia que a colônia está fora de controle. “O preso lá está em uma colônia de férias, ou seja, é balneário, bebidas, drogas e mulheres. Elas entram pelo mato, vêm encapuzadas e passam correndo.”

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