Brasil lidera no ranking de combate a fome
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É a terceira vez que o Brasil lidera o levantamento da organização não governamental (ONG) ActionAid que lista os países que mais combatem a fome. O levantamento foi divulgado e o anúncio de mais investimentos para a agricultura familiar foi o que provavelmente levou o Brasil ao topo. A posição do Brasil também tem muita influência do Programa Fome Zero, que segundo os dados levantados pelo relatório, levou à redução da desnutrição infantil em 73% entre 2002 e 2008. Aponta também a inclusão do direito à alimentação na Constituição Federal em fevereiro de 2010.
“O Brasil continua provando que a fome poder ser vencida. A estratégia do Fome Zero, que envolveu 53 iniciativas em 11 ministérios, alcançou muitos feitos desde seu início, em 2003, incluindo a redução da desnutrição infantil em 73% entre 2002 e 2008 e a queda da mortalidade infantil em 45%”, diz o texto do estudo “Quem está mais preparado para as crises climática e alimentar?”.
Mas não há apenas elogios. O país é criticado por não conseguir alterar sua estrutura agrária altamente concentrada. Segundo dados colhidos pela Actionaid, 3,5% dos proprietários de terra possuem 56% das terras agriculturáveis, enquanto os 40% mais pobres ocupam apenas 1%. Uma concentração em proporções semelhantes foi verifica no acesso ao crédito agrícola: enquanto os grandes proprietários obtêm 43% dos recursos, agricultores que possuem menos de 100 hectares – 88% do total de produtores rurais brasileiros – conseguem apenas 30% do total.
Mas não há apenas elogios. O país é criticado por não conseguir alterar sua estrutura agrária altamente concentrada. Segundo dados colhidos pela Actionaid, 3,5% dos proprietários de terra possuem 56% das terras agriculturáveis, enquanto os 40% mais pobres ocupam apenas 1%. Uma concentração em proporções semelhantes foi verifica no acesso ao crédito agrícola: enquanto os grandes proprietários obtêm 43% dos recursos, agricultores que possuem menos de 100 hectares – 88% do total de produtores rurais brasileiros – conseguem apenas 30% do total.
É a terceira vez que o Brasil lidera o levantamento da organização não governamental (ONG) ActionAid que lista os países que mais combatem a fome. O levantamento foi divulgado e o anúncio de mais investimentos para a agricultura familiar foi o que provavelmente levou o Brasil ao topo. A posição do Brasil também tem muita influência do Programa Fome Zero, que segundo os dados levantados pelo relatório, levou à redução da desnutrição infantil em 73% entre 2002 e 2008. Aponta também a inclusão do direito à alimentação na Constituição Federal em fevereiro de 2010.
“O Brasil continua provando que a fome poder ser vencida. A estratégia do Fome Zero, que envolveu 53 iniciativas em 11 ministérios, alcançou muitos feitos desde seu início, em 2003, incluindo a redução da desnutrição infantil em 73% entre 2002 e 2008 e a queda da mortalidade infantil em 45%”, diz o texto do estudo “Quem está mais preparado para as crises climática e alimentar?”.
Mas não há apenas elogios. O país é criticado por não conseguir alterar sua estrutura agrária altamente concentrada. Segundo dados colhidos pela Actionaid, 3,5% dos proprietários de terra possuem 56% das terras agriculturáveis, enquanto os 40% mais pobres ocupam apenas 1%. Uma concentração em proporções semelhantes foi verifica no acesso ao crédito agrícola: enquanto os grandes proprietários obtêm 43% dos recursos, agricultores que possuem menos de 100 hectares – 88% do total de produtores rurais brasileiros – conseguem apenas 30% do total.
Mas não há apenas elogios. O país é criticado por não conseguir alterar sua estrutura agrária altamente concentrada. Segundo dados colhidos pela Actionaid, 3,5% dos proprietários de terra possuem 56% das terras agriculturáveis, enquanto os 40% mais pobres ocupam apenas 1%. Uma concentração em proporções semelhantes foi verifica no acesso ao crédito agrícola: enquanto os grandes proprietários obtêm 43% dos recursos, agricultores que possuem menos de 100 hectares – 88% do total de produtores rurais brasileiros – conseguem apenas 30% do total.
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