Eletricista atira dentro de casa, agride mulher, e ameaça filha
GLEIDSON MENDES NANCI
do BRASIL NOTICIAS, em São Paulo
Um eletricista chegou embriagado em casa, no Taboão da Serra, Grande São Paulo, atirou na parede do quarto e agrediu a mulher com coronhadas e pontapés. Depois, encostou a arma na cabeça da filha e apertou o gatilho, mas não houve disparo. Ao ser detido por policiais militares, justificou sua ação dizendo que não concordava com o namoro da filha.
A madrugada de domingo já estava terminando quando uma operadora de telemarketing, de 42 anos, e seus três filhos foram acordados pelos gritos do eletricista P. S. S., de 40 anos, que acabara de entrar em casa. Enfurecido, o eletricista gritava que iria matar a mulher e uma filha de 22 anos. Ele entrou no quarto onde a mulher estava deitada e fez vários disparos de pistola na parede e no teto. Depois, passou a chutar e dar coronhadas com uma pistola Imbel, calibre 380, na cabeça da esposa.
A fúria do eletricista logo se voltou contra a filha de 22 anos, a quem ameaçou de morte, encostou a arma na cabeça e apertou o gatilho, mas não houve disparo. Bastante alterado, ele gritava que não concordava com o namoro da jovem. “Da próxima vez, vou atirar na sua cabeça”, disse. Por fim, a Polícia Militar chegou, chamada por vizinhos, e deteve o eletricista embriagado. Ele se defendeu afirmando que não concordava com o namoro da filha e que tinha feito disparos apenas para assustar.
Levado para o plantão do 1º Distrito Policial, P. foi indiciado por violência doméstica, lesão corporal e disparo de arma de fogo. A pistola Imbel estava registrada em nome de terceiro, que será intimado para explicar porque deixou a arma com o eletricista. O indiciado se encontra numa carceragem pública.
do BRASIL NOTICIAS, em São Paulo
Um eletricista chegou embriagado em casa, no Taboão da Serra, Grande São Paulo, atirou na parede do quarto e agrediu a mulher com coronhadas e pontapés. Depois, encostou a arma na cabeça da filha e apertou o gatilho, mas não houve disparo. Ao ser detido por policiais militares, justificou sua ação dizendo que não concordava com o namoro da filha.
A madrugada de domingo já estava terminando quando uma operadora de telemarketing, de 42 anos, e seus três filhos foram acordados pelos gritos do eletricista P. S. S., de 40 anos, que acabara de entrar em casa. Enfurecido, o eletricista gritava que iria matar a mulher e uma filha de 22 anos. Ele entrou no quarto onde a mulher estava deitada e fez vários disparos de pistola na parede e no teto. Depois, passou a chutar e dar coronhadas com uma pistola Imbel, calibre 380, na cabeça da esposa.
A fúria do eletricista logo se voltou contra a filha de 22 anos, a quem ameaçou de morte, encostou a arma na cabeça e apertou o gatilho, mas não houve disparo. Bastante alterado, ele gritava que não concordava com o namoro da jovem. “Da próxima vez, vou atirar na sua cabeça”, disse. Por fim, a Polícia Militar chegou, chamada por vizinhos, e deteve o eletricista embriagado. Ele se defendeu afirmando que não concordava com o namoro da filha e que tinha feito disparos apenas para assustar.
Levado para o plantão do 1º Distrito Policial, P. foi indiciado por violência doméstica, lesão corporal e disparo de arma de fogo. A pistola Imbel estava registrada em nome de terceiro, que será intimado para explicar porque deixou a arma com o eletricista. O indiciado se encontra numa carceragem pública.
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Cidades

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