Colisão mata mãe e bebê prematuro: Motorista diz que grávida ultrapassou sinal vermelho
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Carlos Alberto, representante comercial, em uma colisão matou Lilian Maria, grávida de 7 meses, e o bebê que não resistiu.
Carlos Alberto Aparecido Dias Fiore, representante comercial, de 29 anos, é acusado de de duplo homicídio doloso, embriaguez ao volante, lesão corporal e lesão corporal grave, em seu veiculo foram encontradas bebidas alcoólicas. Um exame do Instituto Médico-Legal (IML) confirmou que Dias estava embriagado no instante do acidente.
“O conjunto dos crimes pelos quais ele irá responder são inafiançáveis porque, numa eventual condenação, a pena é superior a quatro anos de prisão. Exame de sangue e clínico feito no Instituto Médico-Legal (IML), além do médico que o atendeu no hospital, informaram que o motorista do Peugeot estava embriagado. É a terceira vez que ele se envolve com problemas ao volante e passa pela polícia. As anteriores foram por conta de dirigir bêbado e lesão corporal. Questionado, o acusado se reservou ao direito constitucional de falar em juízo”, afirmou o delegado Claudio Salles Júnior, do 16º Distrito Policial.
O representante comercial já havia se envolvido em outro acidente por dirigir bêbado. Na ocasião, ele foi indiciado por embriaguez ao volante e lesão corporal. O Instituto de Criminalística (IC) da Polícia Técnico-Científica vai elaborar um laudo para saber se Dias estaria em velocidade acima da permitida para a via, que é de 60km/h, e passado o sinal vermelho.
Lilian Maria dos Santos, de 30 anos, foi socorrida no pronto-socorro do Hospital São Paulo, onde foi realizada uma cesária de emergência. O bebê nasceu com vida e ficou na Unidade de Terapia Intensiva neonatal em estado grave, mas não resistiu. O marido dela, que também estava no carro no momento do acidente, foi hospitalizado em estado de choque. A filha do casal, de 8 anos, e uma sobrinha não tiveram ferimentos graves.
A família do representante comercial afirmou que ele ainda não tem advogado constituído. Fiore disse ter advogado, mas não revelou qual era o seu nome. De acordo com o Detran, a carteira de habilitação de Fiore está em situação regular, válida até 2015.
Carlos Alberto, representante comercial, em uma colisão matou Lilian Maria, grávida de 7 meses, e o bebê que não resistiu.
Carlos Alberto Aparecido Dias Fiore, representante comercial, de 29 anos, é acusado de de duplo homicídio doloso, embriaguez ao volante, lesão corporal e lesão corporal grave, em seu veiculo foram encontradas bebidas alcoólicas. Um exame do Instituto Médico-Legal (IML) confirmou que Dias estava embriagado no instante do acidente.
“O conjunto dos crimes pelos quais ele irá responder são inafiançáveis porque, numa eventual condenação, a pena é superior a quatro anos de prisão. Exame de sangue e clínico feito no Instituto Médico-Legal (IML), além do médico que o atendeu no hospital, informaram que o motorista do Peugeot estava embriagado. É a terceira vez que ele se envolve com problemas ao volante e passa pela polícia. As anteriores foram por conta de dirigir bêbado e lesão corporal. Questionado, o acusado se reservou ao direito constitucional de falar em juízo”, afirmou o delegado Claudio Salles Júnior, do 16º Distrito Policial.
O representante comercial já havia se envolvido em outro acidente por dirigir bêbado. Na ocasião, ele foi indiciado por embriaguez ao volante e lesão corporal. O Instituto de Criminalística (IC) da Polícia Técnico-Científica vai elaborar um laudo para saber se Dias estaria em velocidade acima da permitida para a via, que é de 60km/h, e passado o sinal vermelho.
Vitima
Lilian Maria dos Santos, de 30 anos, foi socorrida no pronto-socorro do Hospital São Paulo, onde foi realizada uma cesária de emergência. O bebê nasceu com vida e ficou na Unidade de Terapia Intensiva neonatal em estado grave, mas não resistiu. O marido dela, que também estava no carro no momento do acidente, foi hospitalizado em estado de choque. A filha do casal, de 8 anos, e uma sobrinha não tiveram ferimentos graves.
Outro Lado
A família do representante comercial afirmou que ele ainda não tem advogado constituído. Fiore disse ter advogado, mas não revelou qual era o seu nome. De acordo com o Detran, a carteira de habilitação de Fiore está em situação regular, válida até 2015.
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