Justiça autoriza demolição de prédio de luxo em Belo Horizonte
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O juiz da 16ª Vara Cível do Fórum Lafayette, em Belo Horizonte, Alexandre Quintino Santiago, acatou pedido da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (Comdec) da capital e determinou, a demolição do edifício Vale dos Buritis, no bairro Buritis, região oeste da cidade. O imóvel já havia sido interditado pela Defesa Civil após o surgimento de várias rachaduras e parte da fachada já havia caído. No fim de semana, partes do reboco continuaram desabando, mas os proprietários queriam que o prédio fosse mantido em pé.
No entanto, o magistrado entendeu que "o período chuvoso que atravessamos não permite que deixemos para outro momento a dolorosa decisão" de demolir o prédio. Para Alexandre Quintino, na condição em que se encontra, o prédio "não tem qualquer função social" e "existe apenas para por risco à segurança pública". Desde outubro, quando teve início o período chuvoso e grande rachaduras surgiram na fachada, a Justiça já havia determinado que a construtora Estrutura Engenharia, responsável pela edificação, pagasse aluguel para as seis famílias que tiveram que deixar o imóvel.
Após reforços em parte da estrutura, os moradores puderam entrar para retirar os pertences, mas o prédio chegou a causar rachaduras na calçada e ameaça edifícios vizinhos. Segundo Alexandre Quintino, a demolição deve ser feita pela prefeitura, sob supervisão da Comdec e do Corpo de Bombeiros. O juiz permitiu que os moradores e a construtora indiquem técnicos para acompanhar a demolição, mas "sem interferir no trabalho".
Com informações Agência Estado.
Justiça autoriza demolição de Prédio em Belo Horizonte.
O juiz da 16ª Vara Cível do Fórum Lafayette, em Belo Horizonte, Alexandre Quintino Santiago, acatou pedido da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (Comdec) da capital e determinou, a demolição do edifício Vale dos Buritis, no bairro Buritis, região oeste da cidade. O imóvel já havia sido interditado pela Defesa Civil após o surgimento de várias rachaduras e parte da fachada já havia caído. No fim de semana, partes do reboco continuaram desabando, mas os proprietários queriam que o prédio fosse mantido em pé.
No entanto, o magistrado entendeu que "o período chuvoso que atravessamos não permite que deixemos para outro momento a dolorosa decisão" de demolir o prédio. Para Alexandre Quintino, na condição em que se encontra, o prédio "não tem qualquer função social" e "existe apenas para por risco à segurança pública". Desde outubro, quando teve início o período chuvoso e grande rachaduras surgiram na fachada, a Justiça já havia determinado que a construtora Estrutura Engenharia, responsável pela edificação, pagasse aluguel para as seis famílias que tiveram que deixar o imóvel.
Após reforços em parte da estrutura, os moradores puderam entrar para retirar os pertences, mas o prédio chegou a causar rachaduras na calçada e ameaça edifícios vizinhos. Segundo Alexandre Quintino, a demolição deve ser feita pela prefeitura, sob supervisão da Comdec e do Corpo de Bombeiros. O juiz permitiu que os moradores e a construtora indiquem técnicos para acompanhar a demolição, mas "sem interferir no trabalho".
Com informações Agência Estado.
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