Advogado de garoto que matou criança com Jet Sky fala sobre o Caso
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O Advogado de defesa do garoto de 14 anos, que atropelou e matou a criança, Grazielly Almeida Lames, de 3 anos, comentou sobre o caso. "Sem dúvida que é uma imprudência, mas outros fatores contribuíram, principalmente a dificuldade de recolher o veículo da água. É inexplicável que um adolescente de 14 anos tome a máquina e saia pilotando. Houve infantilidade e irresponsabilidade do garoto.", afirma Maurimar Bosco Chiasso, advogado que defende o adolescente de 14 anos.
"Ele deu a partida inadvertidamente, sem conhecimento do funcionamento da máquina.", conta o advogado.
O Advogado de defesa rebate a noticia de que a familia teria abandonado a residência na praia e fugido ao saber do acidente. "Não houve o abandono da residência, mas uma situação de desespero. Qualquer pessoa faria o mesmo. O menino estava sem o pai e a mãe ficou desesperada. Maldosamente disseram que ele abandonou ou fugiu. Isso é invenção e só resta lamentar.", afirmou.
Maurimar Bosco disse que o Jet Sky não era da família, e sim de um amigo do acusado, que estava em Búzios, no Rio de Janeiro.
"Eu pedi à família que se recolhesse, pois o assédio é muito grande. Há um clima de revolta, o que é natural, que pode gerar prejuízos. Ninguém quis a morte de ninguém, de maneira que agora teremos de reparar o fato da maneira que pode ser reparado.", disse o advogado de defesa do acusado.
"O menino voltou pra casa correndo procurando uma orientação. A mãe entrou em choque e tentou localizar o marido, que estava em Mogi da Cruzes, e saíram correndo na tentativa de tomar alguma medida para reparar alguma coisa
"Pode ter havido um dano mecânico”, justifica Chiasso sobre a manobra da embarcação, que avançou rumo à praia e, pouco depois, atingiu fatalmente Grazi, que brincava na areia.
"O responsável [pelo crime] é o dono do jet ski. O adolescente não tinha idade nem condições para pilotar.", disse o delegado Marcelo Rodrigues.
Caso Grazielly: Advogado de defesa de acusado de atropelar a criança comenta sobre o Caso.
O Advogado de defesa do garoto de 14 anos, que atropelou e matou a criança, Grazielly Almeida Lames, de 3 anos, comentou sobre o caso. "Sem dúvida que é uma imprudência, mas outros fatores contribuíram, principalmente a dificuldade de recolher o veículo da água. É inexplicável que um adolescente de 14 anos tome a máquina e saia pilotando. Houve infantilidade e irresponsabilidade do garoto.", afirma Maurimar Bosco Chiasso, advogado que defende o adolescente de 14 anos.
"Ele deu a partida inadvertidamente, sem conhecimento do funcionamento da máquina.", conta o advogado.
Abandono da Residência
O Advogado de defesa rebate a noticia de que a familia teria abandonado a residência na praia e fugido ao saber do acidente. "Não houve o abandono da residência, mas uma situação de desespero. Qualquer pessoa faria o mesmo. O menino estava sem o pai e a mãe ficou desesperada. Maldosamente disseram que ele abandonou ou fugiu. Isso é invenção e só resta lamentar.", afirmou.
Maurimar Bosco disse que o Jet Sky não era da família, e sim de um amigo do acusado, que estava em Búzios, no Rio de Janeiro.
Revolta
"Eu pedi à família que se recolhesse, pois o assédio é muito grande. Há um clima de revolta, o que é natural, que pode gerar prejuízos. Ninguém quis a morte de ninguém, de maneira que agora teremos de reparar o fato da maneira que pode ser reparado.", disse o advogado de defesa do acusado.
Por que a Família não prestou socorro?
"O menino voltou pra casa correndo procurando uma orientação. A mãe entrou em choque e tentou localizar o marido, que estava em Mogi da Cruzes, e saíram correndo na tentativa de tomar alguma medida para reparar alguma coisa
Erro
"Pode ter havido um dano mecânico”, justifica Chiasso sobre a manobra da embarcação, que avançou rumo à praia e, pouco depois, atingiu fatalmente Grazi, que brincava na areia.
Outro Lado
"O responsável [pelo crime] é o dono do jet ski. O adolescente não tinha idade nem condições para pilotar.", disse o delegado Marcelo Rodrigues.
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