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Criança morta por Jet Ski: Familia contesta Advogado

do BRASIL NOTICIAS


Caso Grazielly: Família contesta versão de advogado de defesa.


Grazielly Almeida Lames, de apenas 3 anos, morreu no sábado vitima de um atropelamento causado por um Jet Ski, em Bertioga, São Paulo. Um adolescente de 14 anos, é acusado de atropelar a criança, testemunhas garantem que o adolescente pilotava o Jet Ski no momento do acidente. O advogado de defesa do adolescente afirma que ele apenas ligou o equipamento, e que o veículo se projetou para a praia, sem piloto.


Segundo o tio da criança, Edilei Rodrigues, a familia tem informações de testemunhas que o jet ski era pilotado pelo adolescente e que o veículo estava em alta velocidade quando atingiu a menina, que brincava na areia com a mãe. Rodrigues disse que a família vai acompanhar as investigações do caso, mas que nesse momento as atenções estão voltadas para dar apoio e consolo aos pais de Grazielly.


Prisão


Créditos: Carlos Nogueira


O Brasil Noticias ouviu advogados, para os especialistas pode haver uma indenização a família de Gabrielly. Segundo os especialistas consultados o caso se trata de homicidio culposo, ou seja, sem intenção de matar. "O garoto de 14 anos não sofreria medida socioeducativa porque, claramente, se trata de um homicídio culposo.", afirmou a criminalista e procuradora de Justiça Luiza Nagib Eluf. Para a criminalista, a responsabilidade inicial é do dono do jet ski e da fiscalização da Marinha na praia, na esfera cível.


Segundo os especialistas consultados, o adolescente pode ser obrigado a frequentar um psicólogo, ou fazer um curso.


Outro Lado


Uma testemunha disse a Policia Civil que o Jet Ski não estava pilotado por ninguém no momento do acidente. A Testemunha confirma a versão do advogado de defesa, Maurimar Bosco Chiasso, que defende o adolescente de 14 anos, acusado de pilotar o Jet Ski. "Foi ele quem deu início a uma ação cujo resultado foi a morte da Grazielly. Se estava ou não na hora em que ela foi atropelada, não faz diferença, porque a ação dele deu início a tudo isso.", afirmou o delegado, da Polícia Civil Marcelo Rodrigues, que investiga o caso.


"Se ficar comprovado que alguém emprestou o veículo, o proprietário será responsabilizado. Porque, no mínimo, ele assumiu um risco muito grande ao deixar um garoto de 14 anos pilotar um jet ski.", disse o delegado.


Testemunhas garantem ter visto o adolescente pilotando o Jet Sky, amanhã, quinta-feira, 23, testemunhas, e familias serão ouvidas.


Complicações


O garoto foi visto por testemunhas dando partida na embarcação, que saiu desgovernada e sem piloto de dentro do mar em direção a faixa de areia onde a vítima brincava com sua mãe, a auxiliar de panificação Cirleide Rodrigues Lames, 24. Ele fugiu após o atropelamento e ainda não se apresentou à polícia.


Caso fique comprovado que algum adulto autorizou o adolescente a guiar o jet ski, ele poderá responder ao crime por ter assumido o risco de matar ao permitir que um menor de idade pilotasse a embarcação.

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