Família culpa Hospital por morte de recém-nascido
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Vanessa Regina Proença de Carvalho, de 28 anos, auxiliar de educação, estava grávida de nove meses, a mãe perdeu o bebê, ela acusa o Hospital Santa Lucinda em Sorocaba, São Paulo, de atraso no parto por falta de atendimento. Segundo informações, Vanessa conseguiu ser internada depois que uma médica constatou que a criança já não apresentava batimentos cardíacos.
De acordo com a ocorrência registrada, Vanessa estava grávida do primeiro filho, um bebê do sexo feminino, e afirmou que fez todo o pré-natal, porém na quarta-feira passada começou a sentir fortes dores, foi ao hospital mas foi apenas medicada e voltou para casa, a jovem voltou no pronto-socorro ainda com dores, a médica examinou e afirmou que o bebê estava bem, com batimentos cardíacos normais. Vanessa conta que durante a consulta a médica também teria dito que ela não estava com dilatação e que não seria possível realizar o parto. Apesar de ter insistido para ficar internada foi mandada de volta para casa.
Na sexta-feira, 24, a médica afirmou que não conseguiu perceber os batimentos cardíacos e disse para a mãe que o bebê estava morto e estava com 3 quilos e 700 gramas. A criança era perfeita. O atestado de óbito revelou anoxia intrauterina (falta de oxigênio) como causa da morte.
"Os médicos podiam ter feito a cesariana, mas foram deixando o tempo passar.", disse a advogada de Vanessa Regina, Juliana Torres. Para a advogada houve imperícia.
O Hospital Santa Lucinda afirma em nota que Vanessa foi avaliada pela equipe obstétrica da unidade nos dias 22 de fevereiro, uma vez e 23 de fevereiro por duas vezes. Nas duas primeiras consultas os exames, clínicos e gráficos – como a cardiotocografia, que avalia a vitalidade fetal - apresentaram resultados dentro da normalidade e do esperado para a idade gestacional.
"A paciente, em nenhum destes atendimentos, se encontrava em trabalho de parto ou apresentava quadro clínico que recomendasse sua internação.", disse o diretor técnico do Hospital Santa Lucinda, Dr. Mário Sérgio Moreno.
O diretor técnico do hospital afirma que o Hospital Santa Lucinda está, por meio de sua diretoria instaurando procedimento interno, a fim de apurar o ocorrido, e coloca-se a disposição das autoridades competentes para esclarecimento dos fatos. A direção do Hospital se manifestou e afirmou que entende a situação como uma fatalidade e se coloca à disposição da família para serviço da clínica psicológica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
Família culpa Hospital por morte de recém-nascido.
Vanessa Regina Proença de Carvalho, de 28 anos, auxiliar de educação, estava grávida de nove meses, a mãe perdeu o bebê, ela acusa o Hospital Santa Lucinda em Sorocaba, São Paulo, de atraso no parto por falta de atendimento. Segundo informações, Vanessa conseguiu ser internada depois que uma médica constatou que a criança já não apresentava batimentos cardíacos.
De acordo com a ocorrência registrada, Vanessa estava grávida do primeiro filho, um bebê do sexo feminino, e afirmou que fez todo o pré-natal, porém na quarta-feira passada começou a sentir fortes dores, foi ao hospital mas foi apenas medicada e voltou para casa, a jovem voltou no pronto-socorro ainda com dores, a médica examinou e afirmou que o bebê estava bem, com batimentos cardíacos normais. Vanessa conta que durante a consulta a médica também teria dito que ela não estava com dilatação e que não seria possível realizar o parto. Apesar de ter insistido para ficar internada foi mandada de volta para casa.
Na sexta-feira, 24, a médica afirmou que não conseguiu perceber os batimentos cardíacos e disse para a mãe que o bebê estava morto e estava com 3 quilos e 700 gramas. A criança era perfeita. O atestado de óbito revelou anoxia intrauterina (falta de oxigênio) como causa da morte.
"Os médicos podiam ter feito a cesariana, mas foram deixando o tempo passar.", disse a advogada de Vanessa Regina, Juliana Torres. Para a advogada houve imperícia.
Outro Lado
O Hospital Santa Lucinda afirma em nota que Vanessa foi avaliada pela equipe obstétrica da unidade nos dias 22 de fevereiro, uma vez e 23 de fevereiro por duas vezes. Nas duas primeiras consultas os exames, clínicos e gráficos – como a cardiotocografia, que avalia a vitalidade fetal - apresentaram resultados dentro da normalidade e do esperado para a idade gestacional.
"A paciente, em nenhum destes atendimentos, se encontrava em trabalho de parto ou apresentava quadro clínico que recomendasse sua internação.", disse o diretor técnico do Hospital Santa Lucinda, Dr. Mário Sérgio Moreno.
O diretor técnico do hospital afirma que o Hospital Santa Lucinda está, por meio de sua diretoria instaurando procedimento interno, a fim de apurar o ocorrido, e coloca-se a disposição das autoridades competentes para esclarecimento dos fatos. A direção do Hospital se manifestou e afirmou que entende a situação como uma fatalidade e se coloca à disposição da família para serviço da clínica psicológica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
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